Pope Francis

Monday, 30 June 2014

Serva de Deus Irmã Lúcia de Jesus, Apelos da Mensagem de Fátima, cap. 21

«Sejam quais forem
os favores concedidos por Deus a uma alma,
Ele não a despoja dos dons comuns,
concedidos a toda a humanidade:
a vontade própria,
a liberdade,
o sentimento
e a própria personalidade,
com os mesmos direitos
e as mesmas responsabilidades.
Deus deu igualmente a todos estes dons,
para que o livre uso
que deles façamos nos santifique
e torne dignos duma recompensa eterna.
Para isto é que Deus respeita em nós a Sua dádiva,
e nós temos também o dever de a respeitar no nosso próximo.»


(http://orar.carmelitas.pt/) 
 

Beata Maria Josefina de Jesus Crucificado, Ritiro per la Professione Semplice di una religosa, p. 34

«Jesus não habita onde não reina a caridade:
amemo-nos pois, com amor de caridade,
e Deus reinará em nós.»


Senhor, o que é “amor e caridade”?
É amor que se dá,
mesmo quando não nos apetece,
quando a pessoa parece não o merecer,
quando não me é agradável…
Enfim, o amor de caridade exige calcar aos pés
a minha susceptibilidade
para fazer a Tua vontade
que é a de amar como Tu.
Sim, recordo as Tuas palavras:
“se amais os que vos amam, que recompensa haveis de ter?
Não fazem já isso os pecadores?
E, se saudais somente os vossos irmãos,
que fazeis de extraordinário?
Não o fazem também os pagãos?
Portanto, sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste.”
“Eu, porém, digo-vos:
Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.
Fazendo assim, tornar-vos-eis filhos do vosso Pai
que está no Céu,
pois Ele faz com que o Sol se levante
sobre os bons e os maus
e faz cair a chuva
sobre os justos e os pecadores.” (Mt.5, 44-48)



(http://orar.carmelitas.pt/) 

Pratica a caridade sem limites

Pedi com ousadia ao Senhor este tesouro, esta virtude sobrenatural da caridade, para a exercitardes até ao último pormenor.

Nós, os cristãos, não temos sabido muitas vezes corresponder a esse dom; algumas vezes temo-lo rebaixado como se se limitasse a uma esmola dada sem alma, friamente; outras vezes temo-lo reduzido a uma atitude de beneficência mais ou menos convencional.

Exprimia bem esta aberração a queixa resignada de uma doente: Aqui, tratam-me com caridade, mas a minha mãe cuidava de mim com carinho. O amor que nasce do Coração de Cristo não pode dar lugar a este tipo de distinções. (Amigos de Deus, nn. 228–229)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

30/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): Jesus, help us to love

Jesus, help us to love God as Father and our neighbour as ourselves.

Pope Francis ()

Sunday, 29 June 2014

Humildade, preciosa virtude

Senhor, eu caio em inúmeras faltas e imperfeições
ao longo de cada dia.
Sei que sou limitado, mas tantas vezes custa-me reconhecê-lo.
Certamente toda a graça e todo o bem vêm de Ti,
mas quantas vezes os desejo atribuir a mim próprio.
Senhor, desejo atribuir-me o que não sou
e não reconhecer o que sou.
E tudo isto, Senhor, porque ainda não reconheço que as provas a que me submetes são apenas caminhos para me atraires a Ti…
Senhor, por causa de toda esta minha cegueira,
ando em busca de mim,
de um eu mais forte e melhor,
quando haveria de andar em busca de Ti,
que tens tudo para me dar.
Ensina-me a humildade,
que me faz reconhecer a minha verdade sem depressão
e a Tua verdade de amor, com alegria!


(http://orar.carmelitas.pt/) 

A oração do Pai- Nosso

O Pai-Nosso é a oração por excelência.
É a oração dos pequenos
que desconhecem todas as outras,
a dos santos
que não se cansam de saborear as suas fórmulas
tão cheias de sentido.


(http://orar.carmelitas.pt/)

Santa Teresa Benedita da Cruz, Edith Stein, Obras 229

«Tudo possui quem nada tem.»

(http://orar.carmelitas.pt/)


Morar onde Ele mora

Senhor, o lugar onde estás é no meu íntimo,
na minha vida, nas minhas escolhas livres
pelo bem, pelo útil, pelo belo, para os meus irmãos.
Aí vou ao Teu encontro,
quando fecho os olhos para as minhas conveniências
e para as conveniências que a sociedade me impõe
e abro os olhos para a Vida que palpita em mim,
fruto da Tua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição.
Sempre que em cada escolha livre e responsável
passo da morte à vida, está a agir em mim a Tua ressurreição!
Ajuda-me, Senhor!


(http://orar.carmelitas.pt/)

O julgamento do amor

Senhor,
não nos julgas pela álgebra, com régua e compasso…
julgas-nos pelo amor que soubemos dar e receber,
receber e dar.
Esse tempo que dei ao outro, estragando outros planos meus,
o sono que não dormi para cuidar de um doente,
o trabalho que fiz para aliviar a outro…
e tudo isto com os olhos postos no amor que por mim manifestas
e manifestaste na Tua vida terrena até à morte na cruz.


(http://orar.carmelitas.pt/)

Uma "secura" boa

Senhor, Tu convidas-me a uma “secura”, uma secura de mim mesmo:
seco-me quando não alimento o meu ego,
os meus caprichos, os meus “quereres” ou “não quereres”,
os pensamentos do que me fizeram ou não,
ou porque não deviam tratar-me assim ou deste modo….
Tudo isto deveria secar em mim.
Mas não para ficar seco simplesmente, não,
mas para dar lugar a um jardim viçoso,
cheio de luz e beleza,
onde só reina a Tua vontade.
Quero “secar-me” a mim mesmo,
para renascer
pela água e pelo fogo do Espírito Santo!
Vinde Espírito Santo!


(http://orar.carmelitas.pt/)

Quando há caridade

Senhor,
quando há caridade,
quando há amor verdadeiro e sacrificado pelo meu próximo, 

faço em meu redor o céu.
Quando não sou capaz de me sacrificar
e amar o outro,
crescerão as silvas da indiferença,
do egoísmo,
da solidão.
Concede-me, Senhor, Te peço,
um coração que nunca se canse de dar, mesmo que doa,
que não se canse de perdoar, mesmo que custe,
que não se mire a si próprio,
mesmo quando se sinta miserável.
Ajuda-me, Senhor!


(http://orar.carmelitas.pt/)

Beata Maria Josefina de Jesus Crucificado, Autobiografia, p. 75 (ed. Italiana)


«Sempre gostei de ler no livro aberto da natureza.
Desfrutava em sentir o perfume suave
das laranjeiras em flor,
ouvir – como se fosse uma oração –
o doce canto dos pássaros,
olhar o azul do céu, o nascer o pôr do sol,
especialmente quando os últimos raios
douravam os cumes das árvores.
A ordem e a beleza da natureza
falavam-me tanto de Deus,
e a minha alma não se cansava de dar louvores
ao grande Criador.»


(http://orar.carmelitas.pt/)

Beata Maria Josefina de Jesus Crucificado, Consigli. 6, 28

«Uma só é a Lei que governa o universo
e essa é a Lei do Amor.
Deus, por amor, tudo criou,
por amor tudo redimiu,
e com a Lei do amor nos governa.
Olhemos com amor para a vida
e que o amor nos inspire a virtude e o bem.
A vida, olhada com amor torna-se bela,
porque a vida é uma missão
e, quando se é movido pela Amor,
a missão torna-se querida;
para além de que o amor elabora e desenvolve
sempre novas e melhores energias no nosso coração,
pelas quais tudo se torna sublime e fácil.»


(http://orar.carmelitas.pt/)

Que eu me deixe transformar pelo Teu infinito amor

Senhor, ajuda-Me a ser transformado pelo Teu infinito e terno amor.

(http://orar.carmelitas.pt/)

S. Pedro e S. Paulo, apóstolos

Ânimo! Tu... podes. – Vês o que fez a graça de Deus com aquele Pedro dorminhoco negador e cobarde...; com aquele Paulo perseguidor, odiento e pertinaz? (Caminho, 483)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Aprendei a fazer o bem

Quando estiveres com uma pessoa, tens de ver nela uma alma: uma alma que é preciso ajudar, que é preciso compreender, com quem é preciso conviver e que é preciso salvar. (Forja, 573)

A caridade para com o próximo é uma manifestação do amor a Deus. Por isso, ao esforçarmo-nos por melhorar nesta virtude, não podemos fixar nenhum limite. Com o Senhor, a única medida é amar sem medida, pois, por um lado jamais chegaremos a agradecer suficientemente o que Ele tem feito por nós e, por outro, assim se revela o mesmo amor de Deus às suas criaturas: com excesso, sem cálculo, sem fronteiras.

A misericórdia não se limita a uma simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. (Amigos de Deus, 232)


(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Amar os nossos inimigos

Não somos bons irmãos dos homens nossos irmãos, se não estivermos dispostos a manter uma conduta recta, ainda que os que nos rodeiam interpretem mal a nossa actuação e reajam de uma maneira desagradável. (Forja, 460).

Nós, os filhos de Deus, forjamo-nos na prática desse mandamento novo, aprendemos na Igreja a servir e a não ser servidos e encontramo-nos com forças para amar a humanidade de um modo novo, que todos reconhecerão como fruto da graça de Cristo. O nosso amor não se confunde com uma atitude sentimental, nem com a simples camaradagem, nem com o afã pouco claro de ajudar os outros para demonstrarmos a nós mesmos que somos superiores. O nosso amor exprime-se em conviver com o próximo, em venerar – insisto – a imagem de Deus que há em cada homem, procurando que também ele a contemple, para que saiba dirigir-se a Cristo.

A universalidade da caridade significa, por isso, universalidade do apostolado: tradução pela nossa parte, em obras e em verdade, do grande empenho de Deus, que quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade.

Se temos de amar também os inimigos – refiro-me aos que nos colocam entre os seus inimigos; eu não me sinto inimigo de ninguém nem de nada – com maior razão teremos de amar os que apenas estão afastados, os que nos são menos simpáticos, os que pela sua língua, pela sua cultura ou pela sua educação parecem o oposto de ti ou de mim. (Amigos de Deus, 230).

Queimar as naves

Para seguir o Senhor, é preciso dar-se de uma vez, sem reservas e com fortaleza: queimar as naves com decisão, para que não haja possibilidades de retroceder. (Forja, 907)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Se os cristãos soubessem servir!

Hás-de compreender e desculpar, hás-de encher o mundo de paz e de amor. (Forja, 560)

Só servindo é que poderemos conhecer e amar Cristo e dá-Lo a conhecer e conseguir que os outros O amem mais.

Como o mostraremos às almas? Com o exemplo: que sejamos testemunho seu, com a nossa voluntária servidão a Jesus Cristo em todas as nossas actividades, porque é o Senhor de todas as realidades da nossa vida, porque é a única e a última razão da nossa existência. Depois, quando já tivermos prestado esse testemunho do exemplo, seremos capazes de instruir com a palavra, com a doutrina. Assim procedeu Cristo: coepit facere et docere, primeiro ensinou com obras, e só depois com a sua pregação divina.

Servir os outros, por Cristo, exige que sejamos muito humanos. Se a nossa vida é desumana, Deus nada edificará nela, porque habitualmente não constrói sobre a desordem, sobre o egoísmo, sobre a prepotência. Precisamos de compreender todas as pessoas, temos de conviver com todos, temos de desculpar todos, temos de perdoar a todos. Não diremos que o injusto é o justo, que a ofensa a Deus não é ofensa a Deus, que o mau é bom. Todavia, perante o mal, não responderemos com outro mal, mas com a doutrina clara e com a boa acção; afogando o mal em abundância de bem. (Cristo que passa, 182).

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

29/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): Saints Peter and Paul

May Saints Peter and Paul bless the city of Rome and the entire pilgrim Church throughout the world.

Pope Francis ()

Friday, 27 June 2014

24/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): decent work is essential for human dignity

How I wish everyone had decent work! It is essential for human dignity.

Pope Francis ()

23/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): Let us pray for the Christian communities in the Middle East

Let us pray for the Christian communities in the Middle East, that they may continue to live in the land where Christianity was born.

Pope Francis ()

20/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): There is so much indifference in the face of suffering

There is so much indifference in the face of suffering. May we overcome indifference with concrete acts of charity.

Pope Francis ()

19/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): There is never a reason to lose hope

There is never a reason to lose hope. Jesus says: “I am with you until the end of the world”.

Pope Francis ()

17/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): the elderly

Sometimes we cast the elderly aside, but they are a precious treasure: to cast them aside is an injustice and an irreparable loss.

Pope Francis ()

16/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): May the Lord bless the family and strengthen it

May the Lord bless the family and strengthen it in this moment of crisis.

Pope Francis ()

13/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): the Holy Spirit

May we not resist the Holy Spirit but allow him to work in our lives, so that he can renew us, the Church and the world.

Pope Francis ()

Saturday, 21 June 2014

O primeiro fruto da acção do Espírito Santo na alma é a caridade

Cristo coloca-nos perante o dilema definitivo: ou consumirmos a existência de uma forma egoísta e solitária ou dedicarmo-nos com todas as forças a uma tarefa de serviço. (Amigos de Deus, 236)


A única medida é amar sem medida

A misericórdia não se limita a uma simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. Assim glosa S. Paulo a caridade no seu canto a esta virtude: A caridade é paciente, é benéfica; a caridade não é invejosa, não actua precipitadamente; não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não pensa mal dos outros, não folga com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. (Amigos de Deus, 232)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Querer a todos, compreender, desculpar

O amor às almas, por Deus, faz-nos querer a todos, compreender, desculpar, perdoar... Devemos ter um amor que cubra a multidão das deficiências das misérias humanas. Devemos ter uma caridade maravilhosa, "veritatem facientes in caritate", defendendo a verdade, sem ferir. (Forja, 559)

Se vos examinardes com valentia na presença de Deus, vós, tal como eu, sentir-vos-eis diariamente carregados de muitos erros. Quando lutamos por arrancá-los com a ajuda divina, eles carecem de verdadeira importância e podem ser superados, embora pareça que nunca conseguimos desarraigá-los totalmente.

Além disso, independentemente dessas fraquezas, tu contribuirás para remediar as grandes deficiências dos outros, sempre que te empenhares em corresponder à graça de Deus. Reconhecendo-te tão fraco como eles – capaz de todos os erros e de todos os horrores – serás mais compreensivo, mais delicado e, ao mesmo tempo, mais exigente, para que todos nos decidamos a amar a Deus com o coração inteiro.

Nós, os cristãos, os filhos de Deus, temos de prestar assistência aos outros, pondo em prática honradamente o que aqueles hipócritas retorcidamente elogiavam ao Mestre: Não olhas à condição das pessoas. Isto é, havemos de rejeitar por completo a acepção de pessoas – interessam-nos todas as almas! – embora, logicamente, devamos começar por ocupar-nos daquelas que, por esta ou aquela circunstância, e até só por motivos aparentemente humanos, Deus colocou ao nosso lado. (Amigos de Deus, 162)

A tua pobre alma é um pássaro que ainda tem as asas empastadas de lama

Persevera e "subirás". Recorda o que diz um autor espiritual: É preciso muito calor do céu e esforços pessoais, pequenos e constantes, para arrancar essas inclinações, essas imaginações, esse abatimento, essa lama pegajosa das tuas asas.

O trabalho é um caminho de santidade

As tarefas profissionais – também o trabalho do lar é uma profissão de primeira ordem – são testemunho da dignidade da criatura humana; ocasião de desenvolvimento da própria personalidade; vínculo de união com os outros; fonte de recursos; meio de contribuir para a melhoria da sociedade em que vivemos, e de fomentar o progresso da humanidade inteira...

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Primeira condição: trabalhar, e trabalhar bem!

Se queremos de verdade santificar o trabalho, é preciso cumprir iniludivelmente a primeira condição: trabalhar, e trabalhar bem!, com seriedade humana e sobrenatural. (Forja, 698)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Wednesday, 18 June 2014

Small realities

The holiness that Our Lord demands of you is to be achieved by carrying out with love of God your work and your daily duties, and these will almost always consist of small realities. (Saint Josemaría) 

Tuesday, 17 June 2014

You need constancy, that nothing can shake

Discouragement is an enemy of your perseverance. If you don't fight against discouragement you will become pessimistic first, and lukewarm afterwards. Be an optimist. (The Way, 988)
Constancy, that nothing can shake. That is what you need. Ask it of God and do what you can to obtain it: for it is a great safeguard against your ever turning from the fruitful way you have chosen. (The Way, 990)

You cannot 'rise'. It's not surprising: that fall! Persevere and you will 'rise'. Remember what a spiritual writer has said: your poor soul is like a bird whose wings are caked with mud. Suns of heaven are needed and personal efforts, small and constant, to shake off those inclinations, those vain fancies, that depression: that mud clinging to your wings. And you will see yourself free. If you persevere, you will 'rise'. (The Way, 991)

Give thanks to God who helped you, and rejoice in your victory. What deep joy you feel in your soul, after responding to grace! (The Way, 992)

(http://www.opusdei.org.in/en-in/)

Monday, 16 June 2014

Matthew 5:38-48, The Law of love

“You have heard that it was said, An eye for an eye and a tooth for a tooth. But I say to you that you must not oppose those who want to hurt you. If people slap you on your right cheek, you must turn the left cheek to them as well. When they wish to haul you to court and take your shirt, let them have your coat too. When they force you to go one mile, go with them two. Give to those who ask, and don’t refuse those who wish to borrow from you.
“You have heard that it was said, You must love your neighbor and hate your enemy. But I say to you, love your enemies and pray for those who harass you so that you will be acting as children of your Father who is in heaven. He makes the sun rise on both the evil and the good and sends rain on both the righteous and the unrighteous. If you love only those who love you, what reward do you have? Don’t even the tax collectors do the same? And if you greet only your brothers and sisters, what more are you doing? Don’t even the Gentiles do the same? Therefore, just as your heavenly Father is complete in showing love to everyone, so also you must be complete.

Sunday, 15 June 2014

Tens de ir ao passo de Deus; não ao teu

Dizes-me que sim, que estás firmemente decidido a seguir Cristo. – Então tens de ir ao passo de Deus; não ao teu!(Forja, 531)

– Qual é o fundamento da nossa fidelidade?

– Dir-te-ia, a traços largos, que se baseia no amor de Deus, que faz vencer todos os obstáculos: o egoísmo, a soberba, o cansaço, a impaciência...

Um homem que ama calca-se a si próprio; sabe que, até amando com toda a sua alma, ainda não sabe amar bastante. (Forja, 532)

Na vida interior, como no amor humano, é preciso ser perseverante.

Sim, hás-de meditar muitas vezes os mesmos assuntos, insistindo até descobrir um novo aspecto.

– E como é que não tinha visto isto antes, assim tão claramente? – perguntar-te-ás surpreendido. – Simplesmente, porque às vezes somos como as pedras, que deixam resvalar a água, sem absorver nem uma gota.

Por isso é necessário voltar a discorrer sobre o mesmo, que não é o mesmo!, para nos embebermos das bênçãos de Deus. (Forja, 540)

Deus não se deixa ganhar em generosidade e – podes ter a certeza! – concede a fidelidade a quem se lhe rende. (Forja, 623)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

“O trabalho é uma bênção de Deus”

O trabalho é a vocação original do homem; é uma bênção de Deus; e enganam-se lamentavelmente aqueles que o consideram um castigo. O Senhor, o melhor dos pais, colocou o primeiro homem no Paraíso – "ut operaretur", para trabalhar. (Sulco, 482)
O trabalho acompanha necessariamente a vida do homem sobre a terra. Com ele nascem o esforço, a fadiga, o cansaço, as manifestações de dor e de luta que fazem parte da nossa existência humana actual e que são sinais da realidade do pecado e da necessidade da redenção.

Mas o trabalho, em si mesmo, não é uma pena nem uma maldição ou castigo: os que assim falam não leram bem a Sagrada Escritura.

É a hora de nós, os cristãos, dizermos bem alto que o trabalho é um dom de Deus e que não tem nenhum sentido dividir os homens em diversas categorias segundo os tipos de trabalho, considerando umas tarefas mais nobres do que outras. O trabalho, todo o trabalho, é testemunho da dignidade do homem, do seu domínio sobre a criação. É um meio de desenvolvimento da personalidade. É um vínculo de união com os outros seres; fonte de recursos para sustentar a família; meio de contribuir para o melhoramento da sociedade em que se vive e para o progresso de toda a Humanidade.

Para um cristão, essas perspectivas alargam-se e ampliam-se, porque o trabalho aparece como participação na obra criadora de Deus que, ao criar o homem, o abençoou dizendo-lhe: Procriai e multiplicai-vos e enchei a terra e subjugai-a, e dominai sobre todo o animal que se mova à superfície da terra. (Cristo que passa, 47)

Saturday, 14 June 2014

Pope to Italy’s oldest voluntary movement: Imitate Christ, walk the streets of the world

(Vatican Radio) It was another crowded Saturday in St. Peter’s this weekend as tens of thousands of members of Italy’s oldest voluntary movement descended on the square to meet Pope Francis.
The Misericordie, or Mercies, were founded 770 years ago in assistance to the poor and marginalized.  Today they have 30,000 volunteers throughout the peninsula, and are distinguised by their emblematic turquoise and yellow uniforms.
After touring at length among them in greeting, the Holy Father noted that: “Following the example of our Master, we are called to draw close to others and to share in the condition of the people we meet. Our words, our actions, our attitudes must express solidarity, we must not remain strangers to the pain of others, and we must do this with fraternal warmth and without falling into any form of paternalism.
We have lots of information and statistics on poverty and human trials. There is the risk of our becoming well informed and disembodied spectators of these realities, or of making nice speeches that end with verbal solutions and a disengagement from the real problems. The Pope said words do not fix anything. What is needed is work, Christian testimony, going out to meet those who suffer as Jesus did.
Imitate Jesus: He walks the streets and makes no plans for the poor, or the sick or the disabled  He encounters along the way; instead He stops at the very first one He encounters and, becoming a presence that helps us, is a sign of the nearness of God, His goodness, providence and love”.

(http://www.news.va/en/news/pope-to-italys-oldest-voluntary-movement-imitate-c)

12/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): World Cup

I wish everyone a wonderful World Cup, played in a spirit of true fraternity.

Pope Francis ()

The first condition: that of working, and working well

If we really want to sanctify our work, we have inescapably to fulfill the first condition: that of working, and working well, with human and supernatural seriousness. (The Forge, 698) 

A lot to learn

Gay e católico aqui. After that, I arrive here. A lot to learn.

Thursday, 12 June 2014

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), Obras 560

«O Senhor conduz cada pessoa pelo seu próprio caminho,
e o que chamamos “destino”, é o actuar do Artista,
do Eterno Artista, que cria a matéria,
e lhe dá, de alguma maneira, uma imagem,
com simples toques de dedo e pinceladas;
a vida que Ele próprio infundiu
e que agora responde, desde o interior,
às pinceladas e toques do Seu dedo.
Assim colaboramos com a obra artística de Deus.
Ele não deixa que nos formemos sozinhos…»


(http://orar.carmelitas.pt/)

Tuesday, 10 June 2014

Bendita perseverança a do burrico de nora! – Sempre ao mesmo passo. Sempre as mesmas voltas. – Um dia e outro; todos iguais.

Faz-me tremer aquela passagem da segunda epístola a Timóteo, quando o Apóstolo se lamenta por Demas ter escapado para Tessalónica, atrás dos encantos deste mundo... Por uma bagatela e por medo às perseguições, um homem que São Paulo noutras epístolas cita entre os santos atraiçoou o empreendimento divino.
Faz-me tremer ao conhecer a minha pequenez; e leva-me a exigir-me fidelidade ao Senhor até nos acontecimentos que podem parecer indiferentes, porque, se não me servem para me unir mais a Ele, não os quero! (Sulco, 343)
O desalento é inimigo da tua perseverança. – Se não lutares contra o desalento, chegarás ao pessimismo, primeiro, e à tibieza, depois. – Sê optimista. (Caminho, 988)
Bendita perseverança a do burrico de nora! – Sempre ao mesmo passo. Sempre as mesmas voltas. – Um dia e outro; todos iguais.
Sem isso, não haveria maturidade nos frutos, nem louçania na horta, nem o jardim teria aromas.
Leva este pensamento à tua vida interior. (Caminho, 998)

Monday, 9 June 2014

9/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): never talk about others behind their backs

May we never talk about others behind their backs, but speak to them openly about what we think.

Pope Francis ()

6/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): Let us be people of peace in prayer and deed

Peace is a gift of God, but requires our efforts. Let us be people of peace in prayer and deed.

Pope Francis ()

5/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): may we not be ashamed of touching the wounds of those who suffer, but try to heal them with concrete acts of love

Like the Good Samaritan, may we not be ashamed of touching the wounds of those who suffer, but try to heal them with concrete acts of love.

Pope Francis ()

3/6/2014 Pope Francis (@Pontifex): educating is an important mission, which draws young people to what is good, beautiful and true

Thank you to all teachers: educating is an important mission, which draws young people to what is good, beautiful and true.

Pope Francis ()

2/6/2014 Pope Francis (@Pontifex):Lord, help us to open our hearts to others and to serve those who are most vulnerable

At times we can be self-absorbed. Lord, help us to open our hearts to others and to serve those who are most vulnerable.

Pope Francis ()

31/5/2014 Pope Francis (@Pontifex): In the difficult moments of life

In the difficult moments of life, Christians can turn to the Mother of God and find protection and care.

Pope Francis ()

Sunday, 8 June 2014

“Serenidade. – Por que te zangas?”

Serenidade. – Por que te zangas, se zangando-te ofendes a Deus, incomodas os outros, passas tu mesmo um mau bocado... e por fim tens de te acalmar? (Caminho, 8)
Isso mesmo que disseste, di-lo noutro tom, sem ira, e ganhará força o teu raciocínio e, sobretudo não ofenderás a Deus. (Caminho, 9)
Não repreendas quando sentes a indignação pela falta cometida. – Espera pelo dia seguinte, ou mais tempo ainda. – E depois, tranquilo e com a intenção purificada, não deixes de repreender. – Conseguirás mais com uma palavra afectuosa, do que ralhando três horas. – Modera o teu génio. (Caminho, 10)
Quando realmente te abandonares no Senhor, aprenderás a contentar-te com o que suceder, e a não perder a serenidade, se as tarefas – apesar de teres posto todo o teu empenho e empregado os meios convenientes – não saem a teu gosto... Porque terão "saído" como convém a Deus que saiam. (Sulco, 860)
Sendo para bem do próximo, não te cales, mas fala de modo amável, sem destemperança nem aborrecimento. (Forja, 960)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

EVANGELII GAUDIUM (22) - surpass our calculations and ways of thinking

God’s word is unpredictable in its power. The Church has to accept this unruly freedom of the word, which accomplishes what it wills in ways that surpass our calculations and ways of thinking.

(http://www.vatican.va/holy_father/francesco/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium_en.html)

Thursday, 5 June 2014

Oração de São Francisco de Assis

Senhor,

Faz de mim um instrumento da tua Paz. Onde houver ódio, que eu leve o Amor. Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a União. Onde houver dúvida, que eu leve a Fé. Onde houver erro, que eu leve a Verdade. Onde houver desespero, que eu leve a Esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria. Onde houver trevas, que eu leve a Luz!

Fazei com que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado.

Pois é quando damos que recebemos, é quando perdoamos que somos perdoados, e é desaparecendo que existimos para a vida eterna!

Wednesday, 4 June 2014

EVANGELII GAUDIUM (21) - Joy

Joy is a sign that the Gospel has been proclaimed and is bearing fruit. Yet the drive to go forth and give, to go out from ourselves, to keep pressing forward in our sowing of the good seed, remains ever present.

(http://www.vatican.va/holy_father/francesco/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium_en.html)

Monday, 2 June 2014

Não esqueças: tem mais aquele que precisa de menos. Não cries necessidades. (Caminho, 630)

Desapega-te dos bens do mundo. Ama e pratica a pobreza de espírito. Contenta-te com o que basta para passar a vida sóbria e temperadamente. 
(Caminho, 631)

A verdadeira pobreza não consiste em não ter, mas em estar desprendido, em renunciar voluntariamente ao domínio sobre as coisas. Por isso há pobres que realmente são ricos. E vice-versa. (Caminho, 632)

Não tens espírito de pobreza, se, podendo escolher de modo que a escolha passe inadvertida, não escolhes para ti o pior. (Caminho, 635)
(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Sunday, 1 June 2014

Shells of Saint James in the streets of Brussels - the sixth shell with Google Maps - Treurenberg / Rue du Gentilhomme








Shells of Saint James in the streets of Brussels - the fifth shell with Google Maps - Rue Royale / Treurenberg















Shells of Saint James in the streets of Brussels - the fourth shell with Google Maps - Rue de Louvain / Rue Royale












Shells of Saint James in the streets of Brussels - the third shell with Google Maps - Rue de Louvain / Rue de la Presse













Shells of Saint James in the streets of Brussels - the second shell with Google Maps - Rue de Louvain / Rue Ducale






Shells of Saint James in the streets of Brussels - the first shell with Google Maps - Boulevard du Régent / Rue de Louvain











Prière de Saint François d'Assise

Seigneur,
fais de moi un instrument de ta paix,
Là où est la haine, que je mette l'amour.
Là où est l'offense, que je mette le pardon.
Là où est la discorde, que je mette l'union.
Là où est l'erreur, que je mette la vérité.
Là où est le doute, que je mette la foi.
Là où est le désespoir, que je mette l'espérance.
Là où sont les ténèbres, que je mette la lumière.
Là où est la tristesse, que je mette la joie.
O Seigneur, que je ne cherche pas tant à être consolé qu'à consoler,
à être compris qu'à comprendre,
à être aimé qu'à aimer.
Car c'est en se donnant qu'on reçoit,
c'est en s'oubliant qu'on se retrouve,
c'est en pardonnant qu'on est pardonné,
c'est en mourant qu'on ressuscite à l'éternelle vie.