Pope Francis

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Wednesday, 26 November 2014

The practice of Humility - 8

As far as possible, keep yourself in silence and recollection; but do it without causing inconvenience to others, and when you have to speak, do so always with reserve, modesty and simplicity.
If you are not listened to, either through contempt or for any other reason, do not show resentment; rather, accept this humiliation and bear it with resignation and tranquillity.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

Monday, 24 November 2014

The practice of Humility - 7

Do not think of acquiring humility without these particular practices proper to it: acts of meekness, patience, obedience, mortification, self-hatred, detachment from your feelings and opinions, contrition for your sins, and many others.  These alone are the weapons capable of destroying in you the kingdom of self-love, that corrupted ground where all vices sprout, where your pride and presumption take root and thrive.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

22/11/2014 Papa Francesco ‏(@Pontifex_it): il volto di Dio

Quando noi incontriamo una persona veramente bisognosa, riconosciamo in lei il volto di Dio?

Papa Francesco (@Pontifex_it)

The practice of Humility - 6

Think often that sooner or later you will have to die; that your body will have to rot in a trench.  Have always before your eyes the inexorable tribunal of Jesus Christ, before which all will necessarily have to appear; meditate on the eternal pains of hell prepared for the wicked and especially for the followers of Satan – the proud.
There is an impenetrable veil hiding the divine judgments from human eyes; consider seriously that the result is uncertain; – will you be among the damned?  These will be plunged into the place of torments, in the company of the demons for all eternity, to the fire enkindled by divine justice.  This uncertainty alone should be enough to keep you in the utmost humility and to instill in you the most salutary fear.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

Sunday, 23 November 2014

23/11/2014 Papa Francisco (@Pontifex_es): el rostro de Dios

Cuando vemos que alguien pasa realmente necesidad ¿reconocemos en él el rostro de Dios?

Papa Francisco ()

The practice of Humility - 5

Consider that there is no crime –no matter how enormous and detestable it may be– to which your nature is not inclined; no sin you may not commit.  And remember that you have been set free from such until now only through the mercy of God and the help of his grace.  As St Augustine wrote: “There is no sin in the world committed by one man which cannot be committed by another, should the hand which made man fail to sustain him.”#1
Cry wholeheartedly over such a deplorable state, and resolve firmly to include yourself among the most unworthy sinners.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

Saturday, 22 November 2014

O Papa Francisco explica o que significa ser santo

Palavras do Papa Francisco, 19 de Novembro de 2014

Prezados irmãos e irmãs, bom dia!

Um grande dom do Concílio Vaticano II foi ter recuperado uma visão de Igreja fundada na comunhão e ter voltado a entender também o princípio da autoridade e da hierarquia em tal perspectiva. Isto ajudou-nos a compreender melhor que, enquanto baptizados, todos os cristãos têm igual dignidade diante do Senhor e são irmanados pela mesma vocação, que é a santidade (cf. Const. Lumen gentium, 39-42). Agora, interroguemo-nos: em que consiste esta vocação universal a sermos santos? E como a podemos realizar?
Antes de tudo, devemos ter bem presente que a santidade não é algo que nos propomos sozinhos, que nós obtemos com as nossas qualidades e capacidades. A santidade é um dom, é a dádiva que o Senhor Jesus nos oferece, quando nos toma consigo e nos reveste de Si mesmo, tornando-nos como Ele é. Na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo afirma que «Cristo amou a Igreja e se entregou por ela para a santificar» (Ef 5, 25-26). Eis que, verdadeiramente, a santidade é o rosto mais bonito da Igreja, o aspecto mais belo: é redescobrir-se em comunhão com Deus, na plenitude da sua vida e do seu amor. Então, compreende-se que a santidade não é uma prerrogativa só de alguns: é um dom oferecido a todos, sem excluir ninguém, e por isso constitui o cunho distintivo de cada cristão.
Tudo isto nos leva a compreender que, para ser santo, não é preciso ser bispo, sacerdote ou religioso: não, todos somos chamados a ser santos! Muitas vezes somos tentados a pensar que a santidade só está reservada àqueles que têm a possibilidade de se desapegar dos afazeres normais, para se dedicar exclusivamente à oração. Mas não é assim! Alguns pensam que a santidade é fechar os olhos e fazer cara de santinho! Não, a santidade não é isto! A santidade é algo maior, mais profundo, que Deus nos dá. Aliás, somos chamados a tornar-nos santos precisamente vivendo com amor e oferecendo o testemunho cristão nas ocupações diárias. E cada qual nas condições e situação de vida em que se encontra. Mas tu és consagrado, consagrada? Sê santo vivendo com alegria a tua entrega e o teu ministério. És casado? Sê santo amando e cuidando do teu marido, da tua esposa, como Cristo fez com a Igreja. És baptizado solteiro? Sê santo cumprindo com honestidade e competência o teu trabalho e oferecendo o teu tempo ao serviço dos irmãos. «Mas padre, trabalho numa fábrica; trabalho como contabilista, sempre com os números, ali não se pode ser santo...». «Sim, pode! Podes ser santo lá onde trabalhas. É Deus quem te concede a graça de ser santo, comunicando-se a ti!». Sempre, em cada lugar, é possível ser santo, abrir-se a esta graça que age dentro de nós e nos leva à santidade. És pai, avô? Sê santo, ensinando com paixão aos filhos ou aos netos a conhecer e a seguir Jesus. E é necessária tanta paciência para isto, para ser um bom pai, um bom avô, uma boa mãe, uma boa avó; é necessária tanta paciência, e é nesta paciência que chega a santidade: exercendo a paciência! És catequista, educador, voluntário? Sê santo tornando-te sinal visível do amor de Deus e da sua presença ao nosso lado. Eis: cada condição de vida leva à santidade, sempre! Em casa, na rua, no trabalho, na igreja, naquele momento e na tua condição de vida foi aberto o caminho rumo à santidade. Não desanimeis de percorrer esta senda. É precisamente Deus quem nos dá a graça. O Senhor só pede isto: que permaneçamos em comunhão com Ele e ao serviço dos irmãos.
Nesta altura, cada um de nós pode fazer um breve exame de consciência, podemos fazê-lo agora, e cada qual responda dentro de si mesmo, em silêncio: como respondemos até agora ao apelo do Senhor à santidade? Desejo ser um pouco melhor, mais cristão, mais cristã? Este é o caminho da santidade. Quando o Senhor nos convida a ser santos, não nos chama para algo pesado, triste... Ao contrário! É o convite a compartilhar a sua alegria, a viver e a oferecer com júbilo cada momento da nossa vida, levando-o a tornar-se ao mesmo tempo um dom de amor pelas pessoas que estão ao nosso lado. Se entendermos isto, tudo mudará, adquirindo um significado novo, bonito, um significado a começar pelas pequenas coisas de cada dia. Um exemplo. Uma senhora vai ao mercado para fazer as compras, encontra uma vizinha, começam a falar e então chegam as bisbilhotices, e a senhora diz: «Não, não falarei mal de ninguém!». Este é um passo rumo à santidade, ajuda-nos a ser santos! Depois, em casa, o filho pede para te falar das suas fantasias: «Oh, estou muito cansado, hoje trabalhei tanto...». «Mas acomoda-te e ouve o teu filho que precisa disto!». Acomoda-te e ouve-o com paciência: é um passo rumo à santidade. Depois, acaba o dia, todos estamos cansados, mas há a oração. Recitemos uma prece: também este é um passo para a santidade. Então, chega o domingo e vamos à Missa, recebamos a Comunhão, às vezes precedida por uma boa confissão, que nos purifica um pouco! Este é outro passo rumo à santidade. Depois, pensemos em Nossa Senhora, tão boa e bela, e recitemos o Rosário. Também este é um passo para a santidade. Então, vou pelo caminho, vejo um pobre, um necessitado, paro, faço-lhe uma pergunta, dou-lhe algo: é um passo rumo à santidade! São pequenas coisas, mas muitos pequenos passos para a santidade. Cada passo rumo à santidade fará de nós pessoas melhores, livres do egoísmo e do fechamento em nós mesmos, abertos aos irmãos e às suas necessidades.
Caros amigos, a primeira Carta de são Pedro dirige-nos esta exortação: «Como bons dispensadores das diversas graças de Deus, cada um de vós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu: a palavra, para anunciar as mensagens de Deus; um ministério, para o exercer com uma força divina, a fim de que em todas as coisas Deus seja glorificado por Jesus Cristo» (4, 10-11). Eis o convite à santidade! Aceitemo-lo com alegria e sustentemo-nos uns aos outros porque o caminho para a santidade não o percorremos sozinhos, cada qual por sua conta, mas juntos, no único corpo que é a Igreja, amada e santificada pelo Senhor Jesus Cristo. Vamos em frente com ânimo, neste caminho da santidade.

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/article/papa-francisco-explica-o-que-significa-ser-santo/)

The practice of Humility - 4

Have always impressed upon your spirit the memory of your past sins.  Be convinced that the sin of pride is such an abominable evil that it is unsurpassed by any other on earth or within hell.  This was the sin which caused the fall of the angels in heaven into the abyss; this was the sin which corrupted the entire human race and drove upon the earth the infinite crowd of evils which will last as long as the world, or rather as long as eternity.
Moreover, a soul loaded with sins is only worthy of hatred, contempt, torments; thus, see how much you can esteem yourself after having become guilty of so many sins.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

22/11/2014 Pape François (@Pontifex_fr): le visage de Dieu

Quand nous rencontrons une personne qui est vraiment dans le besoin, reconnaissons-nous en elle le visage de Dieu?

Pape François (

Friday, 21 November 2014

20/11/2014 Papa Francesco ‏(@Pontifex_it): vivere in maniera sempre degna della nostra vocazione cristiana

Cerchiamo di vivere in maniera sempre degna della nostra vocazione cristiana.

Papa Francesco (@Pontifex_it)

The practice of Humility - 3

Think often of your weakness, blindness, cowardice, and hardness of heart, of your sensuality, insensitivity towards God, and attachment to creatures, of the many other vicious inclinations welling up from your perverted nature.  May these considerations plunge you continually into your nothingness, and remind you of how small and humble you must always be in your own eyes.

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

Wednesday, 19 November 2014

The practice of Humility - 2

Develop a profound awareness of your nothingness and make this grow constantly in your heart, despite and in contempt of the pride prevailing in you. Be intimately convinced that there is no more vain and ridiculous thing in the world than the desire to be esteemed for some gifts you have borrowed from the Creator; he has lent them to you gratuitously and generously.  As the Apostle says, “If you have received them, why are you boasting as if they were your own?” (1 Cor 4:7).

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

Calma, deixa correr o tempo

Estás intranquilo. – Olha: aconteça o que acontecer na tua vida interior ou no mundo que te rodeia, nunca te esqueças de que a importância dos acontecimentos ou das pessoas é muito relativa. – Calma. Deixa correr o tempo; e, depois, olhando de longe e sem paixão os factos e as pessoas, adquirirás a perspectiva, porás cada coisa no seu lugar e de acordo com o seu verdadeiro tamanho. Se assim fizeres, serás mais justo e evitarás muitas preocupações. (Caminho, 702)

Tuesday, 18 November 2014

The practice of Humility - 1

Open the eyes of your soul and realize that you have no good of your own which can make you believe that you are something.  Only sin, weakness, and misery are yours.  The gifts of nature and grace which are in you all come from God, who is the principle of your being, thus, only to him does glory belong. 

J. Pecci (later Pope Leo XIII)

18/11/2014 Pope Francis (@Pontifex): May we learn to be silent

There is so much noise in the world! May we learn to be silent in our hearts and before God.

Pope Francis ()

Monday, 17 November 2014

Is Pope Francis optimistic about the Church in China?

Whilst open to acts of good will, the pontiff reiterated the relevance of Benedict XVI's Letter to Chinese Catholics. He also deplored the bishops' lack of freedom, making it clear that dialogue requires openness as well as coherent values. Christians are never pessimistic because they know that everything is in the hands of Providence. It would also be wrong to give up fidelity for immediate results.

(http://www.asianews.it/news-en/Is-Pope-Francis-optimistic-about-the-Church-in-China-32718.html)

For Indonesian Bishops, Evangelii Gaudium is the way for a missionary Church

The Bishops' Conference renews the pastoral and missionary journey along the lines laid out by Pope Francis. Multiculturalism, interfaith dialogue and commitment to the poor and marginalised are the priorities of the local church. The bishops also express hope to see an apostolic visit during Indonesian Youth Day in Manado in 2016.

(http://www.asianews.it/news-en/For-Indonesian-Bishops,-Evangelii-Gaudium-is-the-way-for-a-missionary-Church-32721.html)

Sunday, 16 November 2014

Tu, sempre tu, sempre o que é 'teu'

Egoísta! – Tu, sempre tu, sempre o que é "teu". – Pareces incapaz de sentir a fraternidade de Cristo: nos outros, não vês irmãos; vês "degraus". Pressinto o teu rotundo fracasso. – E, quando te tiveres afundado, quererás que tenham para contigo a caridade que agora não queres ter. (Caminho, 31)

Repito-vos com S. Paulo: ainda que eu falasse as línguas dos homens e a linguagem dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que ressoa ou como o címbalo que tine. E ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e possuísse toda a ciência, e tivesse toda a fé, de modo a mover montanhas, se não tiver caridade, não sou nada. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres e entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, nada me aproveita.

La importancia de la globalización de la solidaridad

Cuando el dinero se vuelve el fin y la razón de toda actividad e iniciativa, entonces prevalecen la óptica utilitarista y las lógicas salvajes del provecho, que no respeta a las personas, con la consiguiente caída de los valores de la solidaridad y del respeto de la persona humana. Los que trabajan en los diversos ámbitos de la economía y de la finanza están llamados a cumplir opciones que favorezcan el bienestar social y económico de toda la humanidad, ofreciendo a todos la oportunidad de realizar su propio desarrollo. Los animo a obrar siempre responsablemente, favoreciendo relaciones de lealtad, de justicia y de fraternidad, afrontando con valentía, sobre todo los problemas de los más débiles y de los más pobres. No basta dar respuestas concretas a las demandas económicas y materiales. Hay que suscitar y cultivar una ética de la economía, de la finanza y del trabajo. Hay que mantener vivo el valor de la solidaridad - esta palabra que corre el riego de ser borrada del diccionario -  como actitud moral, expresión de la atención hacia el otro en todas sus legítimas exigencias. Si queremos entregar mejorado, a las generaciones futuras, el patrimonio ambiental, económico, cultural y social que hemos heredado, estamos llamados a asumirnos la responsabilidad de trabajar para impulsar una globalización de la solidaridad. La solidaridad es una exigencia que mana de la misma de red de interconexiones  que se desarrollan con la globalización. Y la Doctrina Social de la Iglesia nos enseña que el principio de solidaridad se  realiza en armonía con el de la subsidiaridad. Gracias al efecto de estos dos principios los procesos van al servicio del hombre y crece la justicia, sin la cual no puede haber paz verdadera y duradera.

Papa Francico, 15-11-2014

15/11/2014 Pope Francis (@Pontifex): A Christian brings peace, love, kindness, faithfulness and joy

A Christian brings peace to others. Not only peace, but also love, kindness, faithfulness and joy.

Pope Francis ()

Saturday, 15 November 2014

Kingdom of God is hidden in the sanctity of daily life

In his homily at morning Mass on November 13, Pope Francis said that the Kingdom of God is growing silently, in the hidden holiness of families who work and pray and suffer, offering to God their small daily crosses.

(http://www.opusdei.org.in/) 

Tuesday, 11 November 2014

The secret, which is hidden from so many, of something great and new: Love

It is in the simplicity of your ordinary work, in the monotonous details of each day, that you have to find the secret, which is hidden from so many, of something great and new: Love.

(Saint Josemaría) 

(http://www.opusdei.org.in/)

Sunday, 9 November 2014

Hospitality

A spirituality of hospitality included gratitude for persons, including oneself, created in the image of God. Patience and the ability to keep silent were necessary here as elsewhere.

Christian listening depended on openness to the other.

Helping the poor was understood by many as giving them a hand from above and pulling them up. But for Pope Francis, it meant sharing the situation of poor and marginalised people and joining hands with them there on an upward path.

Hence Pope Francis’s emphasis on mercy, a virtue described as “entering into the chaos of the life of another”.

9/11/2014 Pope Francis (@Pontifex): a culture of encounter, solidarity and peace

I ask all people of goodwill to help build a culture of encounter, solidarity and peace.

Pope Francis ()

We need bridges, not walls!

“Wherever there is a wall, there is a closed heart. We need bridges, not walls!”

Pope Francis, 9 November 2014

O que para você pode parecer o fim

Ninguém passa pela tua vida por engano

Images intégrées 1

Amar a Deus com perfeição

Não é compatível amar a Deus com perfeição e deixar-se dominar pelo egoísmo – ou pela apatia – na relação com o próximo. (Sulco, 745)

Na terra há apenas uma raça

Na terra há apenas uma raça: a raça dos filhos de Deus. Todos devemos falar a mesma língua: a língua que se manifesta em afectos do coração, em decisões de rectidão de vida, de bem-fazer, de alegria, de paz. (Cristo que passa, 13)

8/11/2014 Pope Francis (@Pontifex): announce the Gospel

The Church is ever on a journey, seeking new ways to announce the Gospel.

Pope Francis ()

Saturday, 8 November 2014

O que o Senhor nos pede

O que o Senhor nos pede: a vontade de querer amá-Lo com obras, nas coisas pequenas de cada dia. Se venceste no pequeno, vencerás no grande. (Via Sacra, 3ª Estação, n. 2)

Meditação: tempo fixo e a hora fixa

Meditação: tempo fixo e a hora fixa. Se não, adapta-se à nossa comodidade; e isso é falta de mortificação. E a oração sem mortificação é pouco eficaz. (Sulco, 446)

Oração

A verdadeira oração, a que absorve todo o indivíduo, não a favorece tanto a solidão do deserto como o recolhimento interior. (Sulco, 460)

Nunca perder o ponto de mira sobrenatural

Um remédio contra essas tuas inquietações: ter paciência, rectidão de intenção e olhar as coisas com perspectiva sobrenatural. (Sulco, 853)

Problema pessoais

A maior parte dos que têm problemas pessoais, "têm-nos" pelo egoísmo de pensar em si próprios. (Forja, 310)

A maioria dos obstáculos para a nossa felicidade nascem de uma soberba mais ou menos oculta. (Amigos de Deus, 249)

Tuesday, 4 November 2014

Always pray

Always pray.

Amor verdadeiro é sair de si mesmo

A alegria cristã não é fisiológica: o seu fundamento é sobrenatural, e está por cima da doença e da contradição. Alegria não é alvoroço de guizos ou de baile popular. A verdadeira alegria é algo mais íntimo: algo que nos faz estar serenos, transbordantes de gozo, mesmo que, às vezes, o rosto permaneça grave. (Forja, 520)

Há quem viva amargurado todo o dia. Tudo lhe causa desassossego. Dorme com uma obsessão física: a de que essa única evasão possível lhe vai durar pouco. Acorda com a impressão hostil e descorçoada de que já tem outra jornada pela frente...

Amor verdadeiro é sair de si mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria que tem as suas raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício, da dor. Uma dor de que se gosta, amável, fonte de íntimo gozo, mas dor real, porque significa vencer o nosso egoísmo e tomar o amor como regra de todas e cada uma das nossas acções. (Cristo que passa, 43)

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)

Sunday, 2 November 2014

Thursday, 30 October 2014

Deus só outorga a Sua Graça aos humildes

Não poderemos nunca convencer-nos adequadamente da grande importância que tem o cuidado de praticar a Humildade e eliminar do nosso espírito toda a presunção, toda a vaidade e todo o orgulho.

Todo o cristão contraiu no batismo a obrigação de seguir os passos de Jesus Cristo, que é o modelo a que devemos conformar a nossa vida. Ora bem, este Deus Salvador praticou a Humildade a ponto de se fazer o opróbrio dos homens, ensinando-nos com o seu exemplo o caminho único que conduz ao céu. Para falar com propriedade, esta é a mais importante lição do Salvador: “Aprendei de mim!”

Conselhos para a prática da Humildade:

I

Abre os olhos de tua alma, e pensa que nada tens que mereça estima. De teu, só tens o pecado, a debilidade, a fraqueza; e quanto aos dons da Graça que estão em ti, assim como os recebeste de Deus, que é o princípio de todo o ser, assim só a Ele deves dar glória.

II

Concebe por isso um profundo sentimento do teu nada e faze-o crescer constantemente no teu coração. Persuade-te de que não há no mundo coisa mais vã e ridícula que o desejo de ser estimado por alguns dotes da gratuita liberalidade do Criador, pois, como diz o Apóstolo, se os recebeste emprestados pelo Criador, por que te envaideces como se fossem teus e não os tivesses recebido do Criador a título de empréstimo?

III

Pensa frequentemente na tua fraqueza, na tua cegueira, na tua vileza, na tua dureza de coração, na tua inconstância, na tua sensualidade, na tua insensibilidade para com Deus, no teu apego às criaturas e em tantas outras viciosas inclinações que nascem da tua natureza corrompida. Sirva-te isto de grande motivo para te abismares continuamente no teu nada, e seres aos teus olhos o menor e o mais vil de todos.

IV

A memória dos pecados da tua vida passada esteja sempre impressa no teu espírito. Nenhuma outra coisa reputes tão abominável como o pecado da soberba, o qual, posto em comparação, vence qualquer outro, tanto sobre a terra como no inferno: este foi o pecado que fez prevaricar os anjos no céu e os precipitou nos abismos; este foi o pecado que corrompeu todo o género humano, e que fez cair sobre a terra aquela infinita multidão de males, que durarão enquanto durar o mundo.

V

Considera também que não há delito, por enorme e detestável que seja, ao qual não se incline a tua natureza corrompida, e do qual não possas fazer-te réu; e que só pela misericórdia de Deus e pelo socorro das suas divinas graças foste dele livre até hoje, segundo aquela sentença de Santo Agostinho: “Não haveria pecado no mundo que o homem não cometesse, se a mão que fez o homem deixasse de sustentá-lo” (Arl. C. 15);

VI

Não te iludas pensando que poderás conseguir a Humildade sem aquelas práticas que a ela estão ligadas, como os actos de mansidão, de paciência, de obediência, de ódio contra ti, de renúncia ao teu sentimento e às tuas opiniões, de arrependimento de teus pecados e outros actos semelhantes, porque somente estas armas poderão vencer em ti o reino do amor-próprio, aquele abominável terreno onde brotam todos os vícios, onde se aninham e crescem desmedidamente o teu orgulho e a tua presunção.

VII

Tanto quanto possível, observa o silêncio e o recolhimento, desde que isso não cause prejuízo a outrem, e, quando fores obrigado a falar, fala sempre com gravidade, com modéstia e simplicidade. E se por acaso não fores ouvido, seja por desprezo ou por qualquer outra causa, não te mostres ressentido, mas aceita essa humilhação com resignação e tranquilidade.

VIII

Com todo o cuidado e atenção, evita proferir palavras atrevidas, orgulhosas, e que indiquem pretensão de superioridade, como também qualquer frase estudada e toda a sorte de gracejos frívolos; cala sempre tudo aquilo que puder fazer com que te considerem uma pessoa de espírito e digna da estima dos outros. Numa palavra, nunca fales de ti sem justo motivo, e nada digas que possa granjear-te honra e louvor.

IX

Cuida-te de não mortificar e ferir a outrem com palavras e sarcasmos; foge, numa palavra, de tudo o que lembra o espírito mundano. Fala pouco das coisas espirituais, e não o faças em tom magistral e à maneira de repreensão, a não ser que a isso sejas obrigado por teu cargo ou pela caridade. Contenta-te com interrogar os que delas entendem e que sabes que te podem dar conselhos oportunos, porque o querer fazer-se de mestre sem necessidade é acrescentar lenha ao fogo da nossa alma, que se consome em fumaça de soberba.

Baseado no livro “ A Prática da Humildade”, de Gioacchino Pecci (Leão XIII)

Monday, 6 October 2014

Espiritualidade - A Depressão

A negação da essência da vida

Nos tempos presentes, a depressão tornou-se um grande desafio para a nossa fé e para a nossa vida espiritual. Ela é cada vez mais uma “doença popular”. Todos falam dela. Todos convivem com ela. A desintegração familiar, bem como a perda dos valores éticos, morais e religiosos, tem sido uma das principais causas da depressão. Nestes últimos anos, a dimensão psicológica e psiquiátrica da depressão tem recebido uma atenção especial. A depressão exige uma forma de oração que considere a pessoa na sua dimensão integral. O caminho espiritual é, nestes casos, particularmente exigente pois deve ter sempre em conta a situação psíquico-afetiva em que a pessoa se encontra.

A experiência da depressão é marcada pelo vazio interior e pela ausência de qualquer vitalidade. É a negação da vida em sua essência. É a perda do entusiasmo e da esperança. A pessoa sente-se paralisada na sua criatividade e nas suas competências. As forças estão atrofiadas. Com isso, a tristeza ocupa cada vez mais o espaço da interioridade. A vida não mais corresponde às expectativas que nela depositámos.

A superação de uma falsa imagem

Contudo, a depressão pode ser vista como um convite para que a pessoa supere todos os esquemas e regras que contradizem a sua essência de vida.

São momentos para superar as ilusões, os sentimentos de culpas e fixações negativas construídas ao longo dos anos.

É hora de nos despedirmos de uma auto-imagem falsa que não corresponde à realidade.

Só assim nos tornaremos sempre mais aquilo que somos verdadeiramente, aptos a aproximar-nos sempre mais da verdadeira imagem, única e original, que Deus formou em cada um de nós. Não podemos ser sempre o melhor, nem com certeza o mais belo ou o mais inteligente. Mas, é isto importante?

As pessoas deprimidas olham para o seu passado de maneira negativa. As experiências vividas são deslocadas para uma perspectiva de culpa e vergonha. As pessoas deprimidas normalmente tendem a afastarem-se dos outros. Elas têm medos de serem excluídas e rejeitadas. A sua auto-estima é baixa e torna o seu relacionamento com outras pessoas uma fonte de perturbação. Os familiares de um depressivo retraem-se com a impressão que todo o esforço é inútil. A pessoa deprimida não consegue alegrar-se com nada, com nenhuma visita, com nenhum elogio. Tudo se torna insuportável para ela. A depressão passa a ser assim um escudo de uma falsa proteção.

Acolhimento da própria depressão

É preciso estabelecer uma relação positiva e amorosa com a depressão. A aceitação da própria depressão pode levar a uma maior clareza interior, bem como a uma profunda experiência de Deus.

No meio da depressão é possível sentirmos em certos momentos, na nossa extrema fragilidade, uma extraordinária proximidade com Deus.

Quando o mundo exterior se escurece para nós, voltamos os nossos olhos para dentro de nós mesmos. A depressão leva-nos sempre a questionar alguma coisa de nós mesmos que não está bem ou que ultrapassou os limites. É aqui que, em vez da fuga devemos seguir o caminho do acolhimento da depressão.

O primeiro passo consiste em familiarizar-se com a depressão e reconciliar-se com os sentimentos de culpa. Ela não pode ser vista como “inimiga”. Quando a depressão é vista como “inimiga”, estabelece-se uma luta interna e a pessoa sente que as suas forças sucumbem e o desânimo acaba por influenciar decisivamente as nossas decisões e os nossos sentimentos.

Querer agradar sempre

A depressão pode ser proveniente também de um perfeccionismo enraizado no fundo da alma, onde a pessoa quer sempre ser bem vista por todos, reconhecida e estimada por todos. Por isso ela sente-se na obrigação de atender a todas as expectativas, bem como, de corresponder sempre, de agradar sempre. Ela não se permite errar. Como isso não é possível, então a depressão passa a dominá-la. Uma atitude de acolhimento das próprias fragilidades, pecados e frustrações possibilitam um caminho de superação e dá nova vitalidade. Perdoar a si mesmo talvez seja o ponto mais difícil. A misericórdia é praticada só em direção aos outros e nunca para com sua própria pessoa. O rigorismo se torna uma lei interna. Uma possibilidade de acolher a depressão é aprender a escutar o próprio corpo. Quanto mais, de forma amorosa, a pessoa prestar atenção às suas próprias reações físicas ou emocionais, maior possibilidade há da depressão se transformar em novas metas e projetos.

Corpo e alma bloqueados

A pessoa deprimida sente um bloqueio generalizado. O seu olhar é rígido. Os membros do corpo tornam-se pesados. Muitas pessoas deprimidas não conseguem sair da cama e muito menos da casa. Carregam um grande sentimento de culpa. É uma carga que vai para além das suas forças. Elas têm a impressão de terem feito tudo errado. Acreditam que, pelo simples fato de estarem vivas, já são culpadas. Sentem a necessidade de se desculparem constantemente, mais tais pedidos de desculpas não mudam nada a sua atitude. Permanece nelas a sensação de que são sempre pessoas perdedoras e vencidas. Daí a recusa em assumir a própria vida. E tal comportamento pode levar até o suicídio.

A desmotivação

As pessoas deprimidas são inquietas e ao mesmo tempo, parecem paralisadas. Elas não descansam em si mesmas, no bem-estar da vida, mas estão totalmente divididas. As pessoas deprimidas parecem ter os olhos vendados. Não conseguem ver a beleza na natureza, no mundo e nas pessoas. É uma sensação de vazio absoluto. É a ausência de qualquer forma de vida; de qualquer direito à vida. O deprimido está no meio de tudo, mas não vibra com nada.

A pessoa deprimida, por vezes, precisa da presença de outras pessoas e, ocasionalmente, tem necessidade de falar sobre a sua vida. Ela tem a impressão de ter menos valor do que os outros. Considera-se incapaz e lenta. Em tudo se sente inferior e coloca-se em segundo plano. Está sempre desmotivada. Vem logo o cansaço e uma das fugas deste esgotamento é o sono e a inércia. Porém, em geral, não consegue dormir. Permanece acordada e com os pensamentos atormentados. Torna-se assim uma pessoa sempre cansada e esgotada.

O desejo de amor e reconhecimento

A pessoa deprimida carrega dentro de si um grande desejo por amor, por atenção e reconhecimento. Quando era criança recebeu pouco amor. Teve que se adaptar à situação. Em seu íntimo ficou uma lacuna interior.

Uma pessoa deprimida anseia por amor. Quer ser merecedora do amor e atenção de alguém. Para isso, ela é, por vezes, capaz de se sacrificar pelos outros mas na maior parte das vezes é um sacrifício por ela própria. Dá tudo de si para conseguir um pouco de amor, mas quanto mais se desgasta, mais o vazio aumenta. Quanto maior for o desejo por amor, maior se torna o sofrimento, justamente pela falta de amor.

Dentro de cada um de nós existe uma fonte de amor. A pessoa deprimida não percebe mais isto.

Ao perceber que o amor já está dentro de si, a pessoa dar-se-á então conta que não precisa mais depender do amor alheio e assim ir superando a depressão, mas depende dela se irá viver desta fonte ou não.

A abertura para Deus

A pessoa deprimida parece ter perdido até mesmo o sentido da oração. A depressão confunde os pensamentos e rouba-lhe toda a concentração. Nem sempre Deus tira a depressão. A pessoa atribui a Deus aquilo que é de sua responsabilidade. Daí a decepção com Deus. Rezar pode ser também uma luta com Deus. Jesus compreende a oração de maneira diferente. Ele abre para o Pai o seu medo, a sua impotência e a sua tristeza. Pede ao Pai que afaste o cálice amargo da dor e da cruz. Mas pede também ao Pai que se faça a sua vontade. Na oração, voltamo-nos para Deus a partir de dentro de nossa depressão. Eu abro a minha tristeza para Deus e peço-lhe que me livre dela. Mas, ao mesmo tempo, eu entrego-me a Deus. Eu confio em Deus. Ao olhar para Deus, a minha depressão vai amenizando. Ela deixa de me dominar totalmente. Nem sempre a oração nos tira a depressão, mas ela dá-nos a firmeza diante do sofrimento.

Um Deus presente

A oração não é um rito exterior, nem um toque de magia e cura imediata. Em primeiro lugar, entramos em contacto com o nosso interior, onde Deus habita em nós. Neste espaço a força de Deus é maior. Na oração há sempre uma conquista nova. Na oração sentimos a força de Deus. E onde Deus está, o juízo da depressão não tem a última palavra sobre a pessoa.

Quem for perseverante na oração, irá experimentar o direito à vida em plenitude. Percebe que não é mais dominado pelo desespero. A oração levanta a pessoa e confere-lhe o direito de ter esperança. Na entrega total a Deus, o Senhor da vida.

Baseado num texto do Padre Agenor Girardi

Em Tuas mãos coloco as minhas preocupações

Sunday, 28 September 2014

Mateus 16:24

Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-Me.

Friday, 26 September 2014

A necessidade de um bom exame diário de consciência

Falta de humildade, falta de oração, falta de cumprimento do dever, falta de conhecimento próprio... A conversão é coisa de um instante; a santificação é tarefa para toda a vida.

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Examina-te: devagar, com coragem

Há um inimigo da vida interior, pequeno, tolo, mas muito eficaz, desgraçadamente: o pouco empenho no exame de consciência. (Forja, 109)

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O tempo é o nosso tesouro

O tempo é o nosso tesouro, o "dinheiro" para comprarmos a eternidade. (Sulco 882)
Quando o cristão mata o seu tempo na Terra, coloca-se em perigo de matar o seu Céu, se, pelo seu egoísmo, se retrai, se esconde, se despreocupa. Quem ama a Deus, não entrega só o que tem, o que é, ao serviço de Deus: dá-se a si mesmo. Não vê – em perspectiva rasteira – o seu eu na saúde, no nome, na carreira. (Amigos de Deus, 46).

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Thursday, 25 September 2014

25/9/2014 Pope Francis (@Pontifex): Jesus forgives us if we allow ourselves to be forgiven

Jesus understands our weaknesses and sins; and he forgives us if we allow ourselves to be forgiven.

Pope Francis ()

O azeite

Pensemos na nossa vida com valentia. Por que é que às vezes não conseguimos os minutos de que precisamos para terminar amorosamente o trabalho que nos diz respeito e que é o meio da nossa santificação? Por que descuidamos as obrigações familiares? Por que é que se nos mete a precipitação no momento de rezar ou de assistir ao Santo Sacrifício da Missa? Por que nos faltará a serenidade e a calma para cumprir os deveres do nosso estado e nos entretemos sem qualquer pressa nos caprichos pessoais? Podeis responder-me: são coisas pequenas. Sim, com efeito, mas essas coisas pequenas são o azeite, o nosso azeite, que mantém viva a chama e acesa a luz. (Amigos de Deus, 41–42).

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Solidão

"A cultura contemporânea deixou de nos preparar para a solidão. Na maior parte das vezes, é uma aprendizagem que temos de fazer em cima dos próprios acontecimentos, ou na sua dolorosa ressaca, e de forma muito desacompanhada.
È como se a solidão fosse uma surpresa absolutamente improvável na nossa experiência humana, e não, como ao contrário é, um modo de existência completamente comum..."Todos estamos sozinhos, debaixo dos céus, com aquilo que amamos" (Truman Capote)
... as palavras lúcidas da escritora brasileira Nélida Pinon, opondo o alicerçante desejo de recolhimento à atracção por tudo o que é dispersivo: "a solidão buscada  é o lugar onde melhor aprendi a encontrar-me"

in "O Hipopótamo de Deus"
José Tolentino Mendonça

Wednesday, 24 September 2014

Sacrifício

Sacrifício, sacrifício!... É verdade que seguir Jesus Cristo (disse-o Ele) é levar a Cruz. Mas não gosto de ouvir as almas, que amam o Senhor, falar tanto de cruzes e de renúncias; porque, quando há Amor, o sacrifício é gostoso – ainda que custe – e a cruz é a Santa Cruz.
A alma que sabe amar e entregar-se assim, enche-se de alegria e de paz. Então, porquê insistir em "sacrifício", como buscando consolações, se a Cruz de Cristo – que é a tua vida – te torna feliz? (Forja, 249)

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Põe tudo nas mãos de Deus

Põe tudo nas mãos de Deus: que os teus pensamentos, as aventuras boas da tua imaginação, as tuas ambições humanas nobres, os teus amores limpos, passem pelo coração de Cristo. De outra forma, mais tarde ou mais cedo, irão a pique com o teu egoísmo. (Amigos de Deus, 21)

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Tuesday, 23 September 2014

Entrega

A entrega é o primeiro passo de uma corrida de sacrifício, de alegria, de amor, de união com Deus. E, assim, toda a vida se enche de uma bendita loucura, que faz encontrar felicidade onde a lógica humana não vê senão negação, padecimento, dor. (Sulco, 2)

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Monday, 22 September 2014

Perguntemo-nos a nós próprios com frequência: para que estou eu na terra?

Perguntemo-nos a nós próprios com frequência: para que estou eu na terra? E assim hão-de procurar acabar perfeitamente – com muita caridade – as tarefas que empreenderem em cada dia e cuidar das coisas pequenas. (Amigos de Deus, 20)

Não te assustes nem desanimes, ao descobrires que tens erros... e que erros! Luta por arrancá-los. E, desde que lutes, convence-te de que é bom que sintas todas essas debilidades porque, se não, serias um soberbo: e a soberba afasta de Deus. (Forja, 181).

Sunday, 21 September 2014

Considerar diariamente as nossas obrigações pessoais como de ordem divina

Aprenderemos a terminar as nossas tarefas com a maior perfeição humana e sobrenatural de que somos capazes, se nos empenharmos em considerar assim diariamente as nossas obrigações pessoais como de ordem divina. (Amigos de Deus, n. 57).

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西什库天主堂

File:China Beijing Xishiku Church.jpg

Xishiku Church - The North Church is a Catholic Church located in Xishiku inside the west city gate, and it faces the south. Built in the 14th year of Emperor Guangxu's reign of the Qing Dynasty, it was originally called 'Savior Church'. It was erected in the 42nd year of Emperor Kangxi's reign of the Qing Dynasty, by a French missionary.

À medida que se avança na vida interior, conhecem-se com mais clareza os defeitos pessoais

Procuremos fomentar no fundo do coração um desejo ardente, um empenho grande por alcançar a santidade, apesar de nos vermos cheios de misérias. Não se assustem; à medida que se avança na vida interior, conhecem-se com mais clareza os defeitos pessoais. O que acontece é que a ajuda da graça se transforma como que numa lente de aumentar e o mais pequeno cotão, o grãozinho de areia quase imperceptível aparecem com dimensões gigantescas.

Saturday, 20 September 2014

Com serenidade

Com serenidade, sem escrúpulos, tens de pensar na tua vida e pedir perdão e fazer o propósito firme, concreto e bem determinado, de melhorar neste aspecto e naquele outro: nesse pormenor que te custa e naquele que habitualmente não cumpres como deves, e bem o sabes. (Forja, 115)

Enche-te de bons desejos, que são uma coisa santa e que Deus louva. Mas não fiques apenas nisso! Tens que ser uma alma – homem, mulher – de realidades. Para levar a cabo esses bons desejos, precisas de formular propósitos claros, precisos.

– E, depois, meu filho, luta para pô-los em prática, com a ajuda de Deus! (Forja, 116)

Repara na tua conduta com vagar. Verás que estás cheio de erros, que te prejudicam a ti e talvez também aos que te rodeiam.

– Lembra-te, filho, que não são menos importantes os micróbios do que as feras. E tu cultivas esses erros, esses enganos – como se cultivam os micróbios no laboratório –, com a tua falta de humildade, com a tua falta de oração, com a tua falta de cumprimento do dever, com a tua falta de conhecimento próprio... E, depois, esses focos infectam o ambiente.

Precisas de um bom exame diário de consciência, que te conduza a propósitos concretos de melhora, por sentires verdadeira dor das tuas faltas, das tuas omissões e pecados. (Forja, 481)

Não há trabalhos de pouca categoria

No serviço de Deus, não há trabalhos de pouca categoria: todos são de muita importância. A categoria do trabalho depende do nível espiritual de quem o realiza. (Forja, 618)

Uma alma deixa de saborear a paz e a serenidade quando se afasta do seu fim, quando se esquece de que Deus a criou para a santidade. Esforcem-se por nunca perder este ponto de mira sobrenatural, nem sequer nos momentos de diversão ou de descanso, tão necessários como o trabalho na vida de cada um.

Se abandonarem o sentido sobrenatural que tem de presidir todo o nosso trabalho humano, enganaram-se lamentavelmente no caminho.

Tantas pessoas que deviam sentir-se muito felizes, ao julgar a sua situação de um ponto de vista humano e, no entanto, arrastam uma existência inquieta, azeda; parece que vendem alegria a granel, mas aprofunda-se um pouco nas suas almas e fica a descoberto um sabor acre, mais amargo que o fel.


Friday, 19 September 2014

Descobrir Jesus Cristo no próximo

Custou-te muito ir afastando e esquecendo as tuas preocupaçõezitas, os teus sonhos pessoais, pobres e poucos, mas enraizados. Agora, pelo contrário, estás bem seguro de que o teu entusiasmo e a tua ocupação são os teus irmãos, e só eles, porque aprendeste a descobrir Jesus Cristo no próximo. (Sulco, 765)

Se não queremos desperdiçar o tempo inutilmente – nem sequer com falsas desculpas das dificuldades exteriores do ambiente, que nunca faltaram desde o princípio do cristianismo – devemos ter muito presente que, de um modo normal, Jesus Cristo vinculou à vida interior a eficácia da nossa acção para arrastar os que nos rodeiam. Cristo pôs a santidade como condição para a eficácia da acção apostólica; corrijo-me, o esforço da nossa fidelidade, porque na terra nunca seremos santos. Parece inacreditável, mas Deus e os homens precisam que, da nossa parte, haja uma fidelidade sem condições, sem eufemismos, que chegue até às últimas consequências, sem mediocridade ou concessões, em plenitude de vocação cristã assumida e praticada com delicadeza. (Amigos de Deus, 6).


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Thursday, 18 September 2014

18/9/2014 Pope Francis (@Pontifex): joyful

Mary, give us the grace of being joyful as we walk in the freedom of the children of God.

Pope Francis ()

Saturday, 13 September 2014

Felicidade

A única coisa que faz a diferença entre uma vida feliz e uma vida infeliz é que na primeira tem-se sempre prazer no cumprimento do dever em toda e qualquer circunstância. Numa vida totalmente infeliz apenas se tem prazer no não cumprimento do dever.

Autor desconhecido (século XII)

Saturday, 19 July 2014

Da soberba

As grandes quedas, as que causam destroços sérios na alma, e às vezes com resultados quase irremediáveis, procedem sempre da soberba de nos crermos adultos, auto-suficientes. Nesses casos, torna-se predominante na pessoa uma espécie de incapacidade de pedir ajuda a quem a pode dar: não só a Deus, mas também ao amigo ou ao sacerdote. E aquela pobre alma, isolada na sua desgraça, afunda-se na desorientação e no descaminho. (Amigos de Deus, 147).

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Sunday, 13 July 2014

Christian Meditation

Meditation is simply sitting attentively, thanking God for all that we discover, breathing, physical sensations, the movements of the mind, the spiritual discoveries...

How should you begin? For small spaces of time and starting with simple things: being with attention to breath for a period of ten seconds, twenty seconds, thirty seconds is a good way to start.

When the thought goes away, grab it again to breath. Then go constantly increasing the time devoted to attention, breath, thank God, the saliva in your mouth, the food we eat, thank God, to odors, even though almost imperceptible, that surround us, the sensations on the skin, starting by the feet, the legs, the trunk, the arms, the head, always slowly, thank God, by the sounds we hear, the silence of a church or our bedroom, with the distant sounds of the hustle of the city or the birds chirping , thank God, we see the beautiful landscapes, the small details, a flower, a bird, a stone, a work of man, thank God...

Attention, meditation, is to be with God.

There are three levels of attention.

On a first level, inattention is almost complete, is when we are almost entirely in the hands of evil.

On the second level, we concern ourselves in "be careful" but is a worldly attention that in which we are focused, the concern is controlling, to pay attention to that "things are not going wrong." In this second level, even when we are concerned about the welfare of others (and not caught up in a purely selfish attention), we are still playing on the ground of evil, sometimes anxious, frustrated elsewhere; although we have some maneuverability (which we have not when we are simply inattentive), we continue to play in the enemy's ground, and it is he who determines most of our actions.

At a third level, we are mindful, simply attentive, attentive to everything and every detail. Without judging. Without worrying. Knowing that everything is in God's hands and that the best way we can help is to be with the utmost attention to everything, especially to the little things, the simple things. As if we were God's eyes, God's ears, the smell of God, the skin of God, the taste of God, the breath of God, the body of God, the thought of God.

Saturday, 12 July 2014

A verdadeira revolução é a da compaixão e da ternura

Cultivar uma Escuta Atenta
Desenvolver uma lucidez compassiva e operativa
A verdadeira revolução é a da compaixão e da ternura, a fazer crescer a amizade no lugar dos fantasmas da inimizade e da indiferença.
(Palavras do Papa Francisco por ocasião do encontro com pessoas assistidas pela Comunidade de Santo Egídio, em Roma)

(http://ouvidovento.blogspot.in/)

Nunca é tarde para mudar a rota

Pedi-Lhe vós que meta os Seus desígnios na nossa vida: e não apenas na nossa cabeça, mas no íntimo do nosso coração e em toda a nossa actividade externa.

Garanto-vos que deste modo evitareis grande parte dos desgostos e das penas do egoísmo e sentir-vos-eis com força para propagar o bem à vossa volta.

Quantas contrariedades desaparecem, quando interiormente nos colocamos muito próximos deste nosso Deus, que nunca nos abandona!

Renova-se com diversos matizes esse amor de Jesus pelos seus, pelos doentes, pelos entrevados, quando pergunta: que se passa contigo? Comigo... E, logo a seguir, luz ou, pelo menos, aceitação e paz.

Ao convidar-te para fazeres essas confidências com o Mestre, refiro-me especialmente às tuas dificuldades pessoais, porque a maioria dos obstáculos para a nossa felicidade nascem de uma soberba mais ou menos oculta.

Pensamos que temos um valor excepcional, qualidades extraordinárias. Mas, quando os outros não são da mesma opinião, sentimo-nos humilhados. É uma boa ocasião para recorrer à oração e para rectificar, com a certeza de que nunca é tarde para mudar a rota. Mas é muito conveniente iniciar essa mudança de rumo quanto antes. (Amigos de Deus, 249).

(http://www.opusdei.pt/pt-pt/dailytext/)


Meditação cristã

Meditar é, simplesmente, estar com atenção, agradecendo a Deus tudo o que vamos descobrindo, a respiração, as sensações físicas, os movimentos da mente, as descobertas espirituais...

Como se deve começar? Por pequenos espaços de tempo e começando com coisas simples: estar com atenção à respiração por um período de dez segundos, vinte segundos, trinta segundos, é uma boa maneira de começar. Quando o pensamento se afasta, agarrá-lo outra vez à respiração.

Depois, ir aumentando constantemente o tempo dedicado à atenção, à respiração, agradecer a Deus, à saliva na boca, à alimentação que comemos, agradecer a Deus, aos odores, mesmo que quase imperceptíveis, que nos rodeiam, às sensações na pele, começando pelos pés, pelas pernas, pelo tronco, pelos braços, pela cabeça, sempre lentamente, agradecer a Deus, pelos sons que escutamos, pelo silêncio de uma igreja ou do nosso quarto, com os barulhos longínquos do burburinho da cidade ou dos pássaros a chilrear, agradecer a Deus, pelas paisagens belas que vemos, pelos pequenos detalhes, uma flor, um pássaro, uma pedra, uma obra do Homem, agradecer a Deus...

A atencão, a meditação, é estar com Deus.

Existem três níveis de atenção.

Num primeiro nível, a desatenção é quase total, é quando estamos quase inteiramente nas mãos do mal.

Num segundo nível preocupamo-nos em "estar atentos" mas é numa atenção mundana aquela em que estamos concentrados, é a preocupação em controlar, em estar atentos para que "as coisas não corram mal". Neste segundo nível, mesmo quando estamos preocupados com o bem-estar dos outros (e não embrenhados numa atenção puramente egoísta), estamos ainda a jogar no terreno do mal, ansiosos por vezes, frustrados noutras; embora tenhamos alguma capacidade de manobra (que não temos quando estamos simplesmente desatentos), continuamos a jogar no terreno do inimigo e é ele que condiciona a maior parte das nossas acções.

Num terceiro nível, estamos atentos, simplesmente atentos, atentos a tudo e a todos os detalhes. Sem julgar. Sem nos preocuparmos. Sabendo que tudo está nas mãos de Deus e que o melhor modo de O podermos ajudar é estar com a máxima atenção a tudo, sobretudo às pequenas coisas, às coisas mais simples. Como se fôssemos os olhos de Deus, os ouvidos de Deus, o olfacto de Deus, a pele de Deus, o paladar de Deus, a respiração de Deus, o corpo de Deus, o pensamento de Deus. 


Friday, 11 July 2014

10/7/2014 Pope Francis (@Pontifex): Do not be afraid to cast yourselves into the arms of God

Do not be afraid to cast yourselves into the arms of God; whatever he asks of you, he will repay a hundredfold.

Pope Francis ()

Beata Maria Cândida da Eucaristia, Novene, Pensieri, Poesie, 16

«Se queres que Maria fique contente,
se queres fazer com que Ela sorria,
faz com que Ela veja novamente o Seu Jesus,
em ti.»


Minha Mãe,
dar-Te alegria não é rezar terços sucessivos,
nem fazer muitas peregrinações aos Teus santuários,
nem oferecer-Te muitas flores.
Tudo isso é importante!
Contudo, o que Te dá mesmo muita alegria
é veres-me a praticar as acções do Teu Filho:
bondade, compaixão,
misericórdia, doçura,
perdão, ajuda,
solicitude pelo próximo,
sacrifício pelos outros…
São estas as flores que mais aprecias,
as contas do meu terço que Te fazem sorrir…
Senhora minha Mãe,
que todos os meus terços, peregrinações,
flores a Ti oferecidas
sirvam para me fazerem crescer
nesta sempre maior configuração com Cristo,
que me abre as portas do Paraíso a mim
e me ajuda a abri-la a todos os que me dás.
Ajuda-me, minha Mãe!


(http://orar.carmelitas.pt/)