O sétimo
mandamento prescreve o respeito dos bens alheios, mediante a prática da justiça
e da caridade, da temperança e da solidariedade. Em particular, exige o
respeito das promessas e dos contractos estipulados; a reparação da injustiça
cometida e a restituição do mal feito; o respeito pela integridade da criação
mediante o uso prudente e moderado dos recursos minerais, vegetais e animais
que há no universo, com especial atenção para com as espécies ameaçadas de
extinção.
Deus caritas est. God is love. Deus é amor. Dios es amor. Dieu est amour. Dio è amore. A Catholic blog in English, Sometimes also in Portuguese, Spanish, French and Italian.
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Monday, 23 November 2015
Saturday, 21 November 2015
Qual é o fim da propriedade privada?
O fim da
propriedade privada é a garantia da liberdade e da dignidade de cada uma das
pessoas, ajudando-as a satisfazer as necessidades fundamentais próprias
daqueles por quem se tem a responsabilidade e dos outros que vivem em
necessidade.
Saturday, 24 October 2015
Em que condições existe o direito à propriedade privada?
O direito à
propriedade privada existe se ela for adquirida ou recebida de modo justo e
desde que seja respeitado o destino universal dos bens para a satisfação das
necessidades fundamentais de todos os homens.
Sunday, 4 October 2015
Que diz o sétimo mandamento?
Ele enuncia o
destino, a distribuição universal e a propriedade privada dos bens, e ainda o
respeito das pessoas, dos seus bens e da integridade da criação. A Igreja
encontra fundada neste mandamento também a sua doutrina social, que compreende
o recto agir na actividade económica e na vida social e política, o direito e o
dever do trabalho humano, a justiça e a solidariedade entre as nações, o amor
aos pobres.
Saturday, 22 June 2013
O matrimónio
O matrimónio não pode jamais ser dissolvido.
O vínculo matrimonial é estabelecido por Deus.
Este vínculo, resultante do acto humano livre dos esposos é, a partir de então, uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus.
A Igreja não tem poder para se pronunciar contra esta disposição da sabedoria divina.
O vínculo matrimonial é estabelecido por Deus.
Este vínculo, resultante do acto humano livre dos esposos é, a partir de então, uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus.
A Igreja não tem poder para se pronunciar contra esta disposição da sabedoria divina.
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