Pope Francis

Sunday, 7 April 2013

Catholics and public back dockers' strike

Catholics and public back dockers' strike

Hong Kong sees rare display of worker unrest
ucanews.com reporter, Hong Kong
Hong Kong
2013-04-05 15:56:18
Catholic Church News Image of
Dock workers' representatives outside the terminal
Two diocesan commissions today called for Catholic support for dockworkers who have been on strike since March 28.
Hundreds of stevedores have remained outside the terminal even in pouring rain this week to demand a pay rise, which would be only their second in 10 years. 
In the diocesan weekly published today, the Justice and Peace and the Labor Affairs commissions gave their support to the workers, citing concern over conditions, including 12-hour days and low wages. 
The Hong Kong Labor Department arranged a meeting yesterday between the strikers and the labor subcontractors for a terminal owned by Hong Kong tycoon Li Ka-shing, but no resolution was reached.
“Our 10 representatives waited for two and a half hours, and only one of the four contractors came for the negotiation,” said dockworker Ah Fai, adding he expects the strike will go on for at least one more week.
The workers are reportedly demanding a 20 percent pay raise, making up for cuts over the past few years. 
Labor strikes are rare in Hong Kong. The last was a strike by structural steel workers in 2007 that lasted 36 days.
So far, more than HK$2 million (US$258,000) has been donated by a public sympathetic to the dockworkers, who say current salaries are effectively lower than in 1997. 
Hong Kong is the third busiest port in the world, moving 17 million containers in 2012.

(http://www.ucanews.com/news/catholics-and-public-back-dockers-strike/67950)

Eu amei e amo o homem Joseph Ratzinger, que a delicadeza da sua alma tornou tão hesitante, reservado, indeciso, mais pronto a ir embora do que a mandar embora!

Jesuíta, biblista, profundo conhecedor de Israel, amigo do cardeal Carlo Maria Martini nos anos de Jerusalém, hoje professor emérito da Gregoriana de Roma: são muitos os motivos que fazem de Francesco Rossi De Gasperis um observador renomado dos assuntos eclesiais. Com o consenso do autor, publicamos esta carta em que ele comenta os dois eventos extraordinários das duas últimas semanas: a renúncia de Bento XVI e a eleição de Francisco, primeiro papa jesuíta da história da Igreja.

A carta foi publicada na revista Popoli, dos jesuítas italianos, 05-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Há apenas poucos minutos, o helicóptero do Papa Bento XVI se elevou do Vaticano, justamente aqui perto da nossa casa, direto a Castel Gandolfo.

Eu amei e amo o homem Joseph Ratzinger, que a delicadeza da sua alma tornou tão hesitante, reservado, indeciso, mais pronto a ir embora do que a mandar embora! Ele nutria sentimentos lucidamente claros, como se lê neste seu livro de 1969:
"Da crise de hoje emergirá uma Igreja que terá perdido muito. Tornar-se-á pequena e terá que recomeçar mais ou menos desde o início. Não será mais capaz de habitar nos edifícios que construiu em tempos de prosperidade. Com a diminuição dos seus fiéis, ela também perder[a grande parte dos privilégios sociais. Recomeçará a partir de pequenos grupos, de movimentos e de uma minoria que colocará novamente a Fé no centro da experiência. Será uma Igreja mais espiritual, que não se arrogará um mandato político flertando ora com a Esquerda e ora com a Direita. Será pobre e se tornará a Igreja dos indigentes. Então as pessoas verão aquele pequeno rebanho de fiéis como algo completamente novo: descobri-lo-ão como uma esperança para si mesmos, a resposta que buscaram em segredo" (Joseph Ratzinger, 24 de dezembro de 1969: conclusão do ciclo de lições radiofônicas na Hessian Rundfunk, republicadas no livro Faith and the Future, publicada pela Ignatius Press).
Para um homem que alimenta essa esperança, a vida no Vaticano tinha que ser uma penitência dilacerante. Quer a sua profecia fosse iluminada ou não, ele ofereceu à Igreja uma contribuição decisiva para torná-la universalmente visível e sensível – como o barulho das hélices do seu helicóptero –, apresentando a sua renúncia como bispo de Roma, ou seja, como papa. O seu sucessor parece se mover em sintonia perfeita com a discrição com que utiliza o vocabulário "papal", confiando-se com mais gosto ao neotestamentário "episcopal", de bispo de Roma, ou seja, "bispo da Igreja de Deus peregrina em Roma", como se lê na Primeira Carta de Clemente à Igreja de Deus peregrina em Corinto.

O "papa" não é, de fato, "o chefe supremo de uma Igreja universal", além de ser o bispo da Igreja de Roma, mas a natureza universalmente primazial do ministério petrino deriva-lhe justamente do fato de ele ser o bispo da Igreja em que brilharam as testemunhas do martírio de Pedro e de Paulo, a Igreja "que preside no lugar da região dos romanos, digna de Deus, digna de honra, digna de bem-aventurança, digno de louvor, bem ordenada, casta e que preside na caridade, tendo a lei de Cristo e o nome do Pai ", como diz Inácio de Antioquia.

Essa, segundo Irineu de Lyon, "é a Igreja maior e mais antiga, conhecida por todos e estabelecida em Roma pelos dois gloriosos apóstolos Pedro e Paulo". Portanto, a ela cabe um papel proeminente (uma potentior principalitas), porque nela desde sempre foi conservada a tradição que vem dos Apóstolos.

O "papado", como se fala hoje, é um dado sociológico e cultural, com o qual a Igreja Romana parece sobrecarregada no seu segundo milênio, e especialmente desde 1870, quando, após o Concílio Ecumênico Vaticano I, Pedro apareceu isolado da colegialidade episcopal, como se fosse o pároco de todas as Igrejas da terra, substituto de todos os seus bispos, sacralizado como um monarca absolutamente autorreferencial, como um sultão ou um poderoso imperador, muito distante do Pedro dos Evangelhos e do Novo Testamento, que sempre aparece no meio dos seus irmãos, os Doze e os outros que estão com eles (cf. Lc 24, 33; At 1, 15).

Joseph Ratzinger reconduziu retamente o ministério de Pedro ao seu significado sacramental, de "sinal sensível, destinado a passar e não sacral", do único "Pastor supremo das ovelhas" (Hb 13, 20), o Senhor Jesus Cristo ressuscitado, o Arcipreste (1Pd 5, 4) e o único "Sacerdos magnus" (Hb 4, 14) à frente do comum "sacerdócio real" de todos nós, "nação santa, povo adquirido por Deus, para proclamar as obras maravilhosas daquele que nos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa." (1Pd 2, 5.9; cf. Ap 1, 6; 5, 10; 20,6).

Sem nenhum acordo prévio, mas apenas obedecendo ao Espírito, o Papa Francisco começa a falar com os seus gestos e as suas palavras a língua neotestamentária e plana do "ministério petrino", que tanto intriga os jornalistas e outros nostálgicos de cortes medievais e de senhorios renascentistas.

O Senhor nos dê a graça de retomar sem hesitação o ritmo do Concílio Vaticano II, livres das sutilezas das disputas sobre a continuidade ou a descontinuidade com o único Evangelho de Jesus, interpretado a partir do nobre palácio da Porciúncula do Poverello.

(http://www.ihu.unisinos.br/noticias/519059-o-papa-um-grande-pastor-nao-um-monarca)

Sadness is the end product of selfishness

Being children of God, how can we be sad? Sadness is the end product of selfishness. If we truly want to live for God, we will never lack cheerfulness, even when we discover our errors and wretchedness. Cheerfulness finds its way into our life of prayer, so much so that we cannot help singing for joy. For we are in love, and singing is a thing that lovers do.

(http://www.opusdei.org.in/sec.php?s=310)

Saturday, 6 April 2013

Go Out Into The Whole World


April 6, Saturday  Mark 16: 9-15
“Go Out Into The Whole World”

In all likelihood this conclusion to Mark’s Gospel was not written by Mark himself, but later added as a ‘rounding off’ and summary of all the Easter appearances of Jesus.

Thus in this passage we have in abbreviated form the appearance to Mary Magdalene and to the two disciples at Emmaus; the appearance to the Eleven, and the mission to proclaim the Good News; and finally, a quick statement about the Ascension of the Lord.

Today we tend to see the Resurrection and the Ascension as two distinct events, separated in time. This is not so. Both Resurrection and Ascension, although celebrated in two different liturgical feasts, are in fact a single expression of the glory and exaltation of the Lord Jesus after his passion and death. Some Gospel writers see the moment of Jesus’s death as his moment of exaltation.

Others present it as “being taken up into heaven” physically. Still others use the term “seated at the right hand of God”, an allusion to a king’s coronation. In every instance writers are grappling to express a spiritual reality in terms which make sense to us on earth. The descriptions they use are diverse; the meaning they express is the same.

And what is that ? The Risen Lord Jesus is now Spirit and sends his spirit of empowerment upon all his disciples, giving them the same mission that he had – to proclaim the Good News to all creation, inviting all mankind to a new life in Jesus through baptism in his name.
 

To sanctify

"You and I must therefore seek to make use of even the most trifling opportunities that come our way, to sanctify them, to sanctify ourselves and to sanctify those who share with us the same daily cares, sensing in our lives the sweet and inspiring burden of the work of co‑redemption. (Friends of God, 8-9)"

(http://www.opusdei.org.in/sec.php?s=310)

Thursday, 4 April 2013

The faith is professed with the lips and with the heart, through words and through love

A fé se professa com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor

La fe se profesa con la boca y con el corazón, con la palabra y con el amor

La foi se professe par la bouche et par le cœur, par la parole et par l’amour

La fede si professa con la bocca e con il cuore, con la parola e con l’amore

Tuesday, 2 April 2013

Friends of God (81) - To make good use of the talents we have each received from God

"There are two human virtues, industriousness and diligence, which merge into one, for they both help us in our efforts to make good use of the talents we have each received from God. They are virtues because they lead us to finish things properly. As I have been preaching since 1928, work is not a curse; nor is it a punishment for sin. Genesis had already spoken about the fact of work before ever Adam rebelled against God. According to Our Lord's plans work was to be a permanent feature of man who, through work, would cooperate in the immense task of creation."

St. Josemaría Escrivá

The path to the attainment of the common good and to peace

"The path to the attainment of the common good and to peace is above all that of respect for human life in all its many aspects, beginning with its conception, through its development and up to its natural end. True peacemakers, then, are those who love, defend and promote human life in all its dimensions, personal, communitarian and transcendent. Life in its fullness is the height of peace. Anyone who loves peace cannot tolerate attacks and crimes against life.
Those who insufficiently value human life and, in consequence, support among other things the liberalization of abortion, perhaps do not realize that in this way they are proposing the pursuit of a false peace. The flight from responsibility, which degrades human persons, and even more so the killing of a defenceless and innocent being, will never be able to produce happiness or peace. Indeed how could one claim to bring about peace, the integral development of peoples or even the protection of the environment without defending the life of those who are weakest, beginning with the unborn. Every offence against life, especially at its beginning, inevitably causes irreparable damage to development, peace and the environment. Neither is it just to introduce surreptitiously into legislation false rights or freedoms which, on the basis of a reductive and relativistic view of human beings and the clever use of ambiguous expressions aimed at promoting a supposed right to abortion and euthanasia, pose a threat to the fundamental right to life."


 

A little leaven is enough to leaven all the dough

"Compared with the total population of the world, even though there are millions of us, we are few in number. We must therefore see ourselves as a tiny measure of yeast, prepared and ready to do good to the whole of mankind, remembering the words of the Apostle: ‘a little leaven is enough to leaven all the dough’,  transforming it completely. We have to learn to become that yeast, that leaven, and so modify and transform the multitude."

(http://www.opusdei.org.in/sec.php?s=310) 

Monday, 1 April 2013

There is nothing further from the christian faith than fanaticism

"There is nothing further from the christian faith than fanaticism — that unholy alliance of the sacred and the profane, whatever guise it takes. That danger just does not exist if we understand our struggle as Christ has taught us to: as a war each of us makes on himself. It is a constantly renewed effort to love God better, to root out selfishness, to serve all men. Turning your back on this conflict, no matter what the excuse, means surrendering before you have begun to fight. Anyone who does so is brought low, without faith, depressed in his heart, blown this way and that by miserable pleasures."

(http://www.opusdei.org.in/sec.php?s=310)

Accept the risen Jesus into your life

Aceita Jesus Ressuscitado na tua vida

Acoge a Jesús resucitado en tu vida

Accepte Jésus Ressuscité dans ta vie

Accetta Gesù Risorto nella tua vita

In the pursuit of peace

"Peace is principally the attainment of the common good in society at its different levels, primary and intermediary, national, international and global. Precisely for this reason it can be said that the paths which lead to the attainment of the common good are also the paths that must be followed in the pursuit of peace."



Saturday, 30 March 2013

Friends of God (80)

"Magnanimity means greatness of spirit, a largeness of heart wherein many can find refuge. Magnanimity gives us the energy to break out of ourselves and be prepared to undertake generous tasks which will be of benefit to all. Small-mindedness has no home in the magnanimous heart, nor has meanness, nor egoistic calculation, nor self-interested trickery. The magnanimous person devotes all his strength, unstintingly, to what is worthwhile. As a result he is capable of giving himself. He is not content with merely giving. He gives his very self. He thus comes to understand that the greatest expression of magnanimity consists in giving oneself to God."

St. Josemaría Escrivá

Friday, 29 March 2013

Support your priests with your love and prayers

Permanecei unidos aos vossos sacerdotes com o afecto e a oração

Acompañad a vuestros sacerdotes con el afecto y la oración

Soyez proches de vos prêtres par l’affection et la prière

Siate vicini ai vostri sacerdoti con l’affetto e con la preghiera

Thursday, 28 March 2013

To experience Holy Week is to enter more and more into God's logic

Being with Jesus demands that we go out from ourselves

Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus

Permanecer com Jesus exige sair de si mesmo

Vivir la Semana Santa es entrar cada vez más en la lógica de Dios

Estar con Jesús exige salir de nosotros mismos

Vivre la Semaine Sainte c’est entrer toujours plus dans la logique de Dieu

Rester avec Jésus exige de sortir de soi-même

Vivere la Settimana Santa è entrare sempre più nella logica di Dio

Rimanere con Gesù esige uscire da se stessi

Wednesday, 27 March 2013

Peace is an order enlivened and integrated by love, in such a way that we feel the needs of others as our own, share our goods with others and work throughout the world for greater communion in spiritual values

"Peace is an order enlivened and integrated by love, in such a way that we feel the needs of others as our own, share our goods with others and work throughout the world for greater communion in spiritual values. It is an order achieved in freedom, that is, in a way consistent with the dignity of persons who, by their very nature as rational beings, take responsibility for their own actions.
Peace is not a dream or something utopian; it is possible. Our gaze needs to go deeper, beneath superficial appearances and phenomena, to discern a positive reality which exists in human hearts, since every man and woman has been created in the image of God and is called to grow and contribute to the building of a new world."


 

Tuesday, 26 March 2013

We have to do everything possible to alleviate the suffering caused by personal and social injustices

"The lack of material goods, Saint Bernard said, is not in itself a virtue; rather this virtue entails loving poverty, which is also shown by these gestures of renunciation. This disposition is strengthened when one knows how to do without superfluous goods, and one is detached from what one has. Certainly, as Saint Josemaria said, poverty is one of our treasures in this world, and he pointed to the example of parents of a large family who, in lovingly striving to support their family, joyfully renounce so many personal items. Poverty is thus seen as a virtue needed to love (as Jesus taught us), and as part of charity. At the same time, we have to do everything possible to alleviate the suffering caused by personal and social injustices, and I see it as only natural that sometimes we become impatient on confronting so many injustices we would like to resolve."

Bishop Javier Echevarría, Prelate of Opus Dei

(http://www.opusdei.org.in/art.php?p=52818)

Fundamental to keep in mind our transcendent dimension

"To become authentic peacemakers, it is fundamental to keep in mind our transcendent dimension and to enter into constant dialogue with God, the Father of mercy, whereby we implore the redemption achieved for us by his only-begotten Son. In this way mankind can overcome that progressive dimming and rejection of peace which is sin in all its forms: selfishness and violence, greed and the will to power and dominion, intolerance, hatred and unjust structures."


Monday, 25 March 2013

Friends of God (79)

"We have to be strong and patient and, therefore, calm and composed, but not with the composure of the man who buys his own tranquillity at the expense of ignoring his brothers or neglecting the great task (which falls to us all) of tirelessly spreading good throughout the world. We can keep calm because there is always forgiveness and because there is a solution for everything, except death; and for the children of God, death is life. We must try to keep our peace, even if only so as to act intelligently, since the man who remains calm is able to think, to study the pros and cons, to examine judiciously the outcome of the actions he is about to undertake. He then plays his part calmly and decisively."

St. Josemaría Escrivá

Sunday, 24 March 2013

"Não podes levá-lo contigo", disse Francisco, referindo-se ao dinheiro

Todos nós podemos vencer o mal que está em nós e no mundo.

Pope Francis: With Christ we can transform ourselves and the world

We can all conquer the evil that is in us and in the world: with Christ and he continued, “We must never grow accustomed to evil. With Christ we can transform ourselves and the world.

Pope Francis

(http://www.news.va/en/news/pope-francis-with-christ-we-can-transform-ourselve)

We must not believe the Evil One

Rio de Janeiro

Não devemos crer no Maligno

Rio de Janeiro

No debemos temer al Maligno

Río de Janeiro

Non dobbiamo credere al Maligno

Rio de Janeiro

Nous ne devons pas croire au Malin

Rio de Janeiro

Saturday, 23 March 2013

The ethics of peace is an ethics of fellowship and sharing

"Jesus’ beatitude tells us that peace is both a messianic gift and the fruit of human effort. In effect, peace presupposes a humanism open to transcendence. It is the fruit of the reciprocal gift, of a mutual enrichment, thanks to the gift which has its source in God and enables us to live with others and for others. The ethics of peace is an ethics of fellowship and sharing. It is indispensable, then, that the various cultures in our day overcome forms of anthropology and ethics based on technical and practical suppositions which are merely subjectivistic and pragmatic, in virtue of which relationships of coexistence are inspired by criteria of power or profit, means become ends and vice versa, and culture and education are centred on instruments, technique and efficiency alone. The precondition for peace is the dismantling of the dictatorship of relativism and of the supposition of a completely autonomous morality which precludes acknowledgment of the ineluctable natural moral law inscribed by God upon the conscience of every man and woman. Peace is the building up of coexistence in rational and moral terms, based on a foundation whose measure is not created by man, but rather by God."



 

Friends of God (78)

"The man who knows how to be strong will not be in a hurry to receive the reward of his virtue. He is patient. Indeed it is fortitude that teaches us to appreciate the human and divine virtue of patience. '"By your patience you will gain possession of your souls." (Luke 21:19) The possession of the soul is attributed to patience, which in effect is the root and guardian of all the virtues. We secure possession of our souls through patience, for, by learning to have dominion over ourselves, we begin to possess that which we are.' And it is this very patience that moves us to be understanding with others, for we are convinced that souls, like good wine, improve with time."

St. Josemaría Escrivá

Thursday, 21 March 2013

The desire for peace

'The desire for peace corresponds to a fundamental moral principle, namely, the duty and right to an integral social and communitarian development, which is part of God’s plan for mankind. Man is made for the peace which is God’s gift."


Wednesday, 20 March 2013

Friends of God (77)

"The person with fortitude is one who perseveres in doing what his conscience tells him he ought to do. He does not measure the value of a task exclusively by the benefit he receives from it, but rather by the service he renders to others. The strong man will at times suffer, but he stands firm; he may be driven to tears, but he will brush them aside. When difficulties come thick and fast, he does not bend before them. Remember the example given us in the book of the Machabees: an old man, Eleazar, prefers to die rather than break God's law. 'By manfully giving up my life now, I will show myself worthy of my old age and leave to the young a noble example of how to die a good death willingly and nobly for the revered and holy laws.'"

St. Josemaría Escrivá

Tuesday, 19 March 2013

True power is service

Let us care for one another

O verdadeiro poder é o serviço

Cuidemos uns dos outros

El verdadero poder es el servicio

Ocupémonos unos de otros

Abbiamo cura gli uni degli altri

Il vero potere è il servizio

Prenons soin les uns des autres

Le service est le véritable pouvoir

El Papa Francisco presidió esta mañana en Roma la Misa con la que se ha dado inicio a su pontificado: el verdadero poder es el servicio

Queridos hermanos y hermanas

Doy gracias al Señor por poder celebrar esta Santa Misa de comienzo del ministerio petrino en la solemnidad de san José, esposo de la Virgen María y patrono de la Iglesia universal: es una coincidencia muy rica de significado, y es también el onomástico de mi venerado Predecesor: le estamos cercanos con la oración, llena de afecto y gratitud.

Saludo con afecto a los hermanos Cardenales y Obispos, a los presbíteros, diáconos, religiosos y religiosas y a todos los fieles laicos. Agradezco por su presencia a los representantes de las otras Iglesias y Comunidades eclesiales, así como a los representantes de la comunidad judía y otras comunidades religiosas.

Dirijo un cordial saludo a los Jefes de Estado y de Gobierno, a las delegaciones oficiales de tantos países del mundo y al Cuerpo Diplomático.

Hemos escuchado en el Evangelio que “José hizo lo que el ángel del Señor le había mandado, y recibió a su mujer” (Mt 1,24). En estas palabras se encierra ya la misión que Dios confía a José, la de ser custos, custodio. Custodio ¿de quién? De María y Jesús; pero es una custodia que se alarga luego a la Iglesia, como ha señalado el beato Juan Pablo II: “Al igual que cuidó amorosamente a María y se dedicó con gozoso empeño a la educación de Jesucristo, también custodia y protege su cuerpo místico, la Iglesia, de la que la Virgen Santa es figura y modelo” (Exhort. ap. Redemptoris Custos, 1).

¿Cómo ejerce José esta custodia? Con discreción, con humildad, en silencio, pero con una presencia constante y una fidelidad y total, aun cuando no comprende. Desde su matrimonio con María hasta el episodio de Jesús en el Templo de Jerusalén a los doce años, acompaña en todo momento con esmero y amor.

Está junto a María, su esposa, tanto en los momentos serenos de la vida como los difíciles, en el viaje a Belén para el censo y en las horas temblorosas y gozosas del parto; en el momento dramático de la huida a Egipto y en la afanosa búsqueda de su hijo en el Templo; y después en la vida cotidiana en la casa de Nazaret, en el taller donde enseñó el oficio a Jesús

¿Cómo vive José su vocación como custodio de María, de Jesús, de la Iglesia? Con la atención constante a Dios, abierto a sus signos, disponible a su proyecto, y no tanto al propio; y eso es lo que Dios le pidió a David, como hemos escuchado en la primera Lectura: Dios no quiere una casa construida por el hombre, sino la fidelidad a su palabra, a su designio; y es Dios mismo quien construye la casa, pero de piedras vivas marcadas por su Espíritu.

Y José es “custodio” porque sabe escuchar a Dios, se deja guiar por su voluntad, y precisamente por eso es más sensible aún a las personas que se le han confiado, sabe cómo leer con realismo los acontecimientos, está atento a lo que le rodea, y sabe tomar las decisiones más sensatas.

En él, queridos amigos, vemos cómo se responde a la llamada de Dios, con disponibilidad, con prontitud; pero vemos también cuál es el centro de la vocación cristiana: Cristo. Guardemos a Cristo en nuestra vida, para guardar a los demás, salvaguardar la creación.

Pero la vocación de custodiar no sólo nos atañe a nosotros, los cristianos, sino que tiene una dimensión que antecede y que es simplemente humana, corresponde a todos. Es custodiar toda la creación, la belleza de la creación, como se nos dice en el libro del Génesis y como nos muestra san Francisco de Asís: es tener respeto por todas las criaturas de Dios y por el entorno en el que vivimos.

Es custodiar a la gente, el preocuparse por todos, por cada uno, con amor, especialmente por los niños, los ancianos, quienes son más frágiles y que a menudo se quedan en la periferia de nuestro corazón.

Es preocuparse uno del otro en la familia: los cónyuges se guardan recíprocamente y luego, como padres, cuidan de los hijos, y con el tiempo, también los hijos se convertirán en cuidadores de sus padres.

Es vivir con sinceridad las amistades, que son un recíproco protegerse en la confianza, en el respeto y en el bien. En el fondo, todo está confiado a la custodia del hombre, y es una responsabilidad que nos afecta a todos. Sed custodios de los dones de Dios.
Y cuando el hombre falla en esta responsabilidad, cuando no nos preocupamos por la creación y por los hermanos, entonces gana terreno la destrucción y el corazón se queda árido. Por desgracia, en todas las épocas de la historia existen “Herodes” que traman planes de muerte, destruyen y desfiguran el rostro del hombre y de la mujer.

Quisiera pedir, por favor, a todos los que ocupan puestos de responsabilidad en el ámbito económico, político o social, a todos los hombres y mujeres de buena voluntad: seamos “custodios” de la creación, del designio de Dios inscrito en la naturaleza, guardianes del otro, del medio ambiente; no dejemos que los signos de destrucción y de muerte acompañen el camino de este mundo nuestro.

Pero, para “custodiar”, también tenemos que cuidar de nosotros mismos. Recordemos que el odio, la envidia, la soberbia ensucian la vida. Custodiar quiere decir entonces vigilar sobre nuestros sentimientos, nuestro corazón, porque ahí es de donde salen las intenciones buenas y malas: las que construyen y las que destruyen. No debemos tener miedo de la bondad, más aún, ni siquiera de la ternura.

Y aquí añado entonces una ulterior anotación: el preocuparse, el custodiar, requiere bondad, pide ser vivido con ternura. En los Evangelios, san José aparece como un hombre fuerte y valiente, trabajador, pero en su alma se percibe una gran ternura, que no es la virtud de los débiles, sino más bien todo lo contrario: denota fortaleza de ánimo y capacidad de atención, de compasión, de verdadera apertura al otro, de amor. No debemos tener miedo de la bondad, de la ternura.

Hoy, junto a la fiesta de San José, celebramos el inicio del ministerio del nuevo Obispo de Roma, Sucesor de Pedro, que comporta también un poder. Ciertamente, Jesucristo ha dado un poder a Pedro, pero ¿de qué poder se trata? A las tres preguntas de Jesús a Pedro sobre el amor, sigue la triple invitación: Apacienta mis corderos, apacienta mis ovejas.

Nunca olvidemos que el verdadero poder es el servicio, y que también el Papa, para ejercer el poder, debe entrar cada vez más en ese servicio que tiene su culmen luminoso en la cruz; debe poner sus ojos en el servicio humilde, concreto, rico de fe, de san José y, como él, abrir los brazos para custodiar a todo el Pueblo de Dios y acoger con afecto y ternura a toda la humanidad, especialmente los más pobres, los más débiles, los más pequeños; eso que Mateo describe en el juicio final sobre la caridad: al hambriento, al sediento, al forastero, al desnudo, al enfermo, al encarcelado (cf. Mt 25,31-46). Sólo el que sirve con amor sabe custodiar.

En la segunda Lectura, san Pablo habla de Abraham, que “apoyado en la esperanza, creyó, contra toda esperanza” (Rm 4,18). Apoyado en la esperanza, contra toda esperanza.

También hoy, ante tantos cúmulos de cielo gris, hemos de ver la luz de la esperanza y dar nosotros mismos esperanza. Custodiar la creación, cada hombre y cada mujer, con una mirada de ternura y de amor; es abrir un resquicio de luz en medio de tantas nubes; es llevar el calor de la esperanza.

Y, para el creyente, para nosotros los cristianos, como Abraham, como san José, la esperanza que llevamos tiene el horizonte de Dios, que se nos ha abierto en Cristo, está fundada sobre la roca que es Dios.

Custodiar a Jesús con María, custodiar toda la creación, custodiar a todos, especialmente a los más pobres, custodiarnos a nosotros mismos; he aquí un servicio que el Obispo de Roma está llamado a desempeñar, pero al que todos estamos llamados, para hacer brillar la estrella de la esperanza: protejamos con amor lo que Dios nos ha dado.

Imploro la intercesión de la Virgen María, de san José, de los Apóstoles san Pedro y san Pablo, de san Francisco, para que el Espíritu Santo acompañe mi ministerio, y a todos vosotros os digo: Orad por mí. Amen.

Gonzalo Aemilius

Antes de comenzar la Misa del V domingo de Cuaresma en la parroquia Santa Ana en el Vaticano, el Papa Francisco saludó y presentó a un sacerdote argentino amigo suyo que sirve en el Uruguay, desconocido para los parroquianos locales y para la comunidad internacional.
El Papa saludó y presentó a los medios y a los presentes al sacerdote Gonzalo Aemilius, fundador del Liceo Jubilar Juan Pablo II, una institución que ayuda a los niños más pobres a financiar sus estudios una vez terminada la primaria en Uruguay.
"Quiero hacerles conocer un sacerdote venido de lejos, que desde hace mucho tiempo trabaja con los niños de la calle, con los que sufren los efectos de la droga, para ellos ha hecho una escuela, ha hecho tantas cosas para hacer conocer a Jesús a todos los niños y niñas de la calle", dijo el Santo Padre.
Momentos después, el Pontífice invitó a Aemilius al frente para presentarlo y saludarlo como amigo suyo. Según el diario argentino La Nación, ambos se conocen hace muchos años, precisamente por una contribución que hizo el Papa cuando todavía era Arzobispo de Buenos Aires.
El Padre Aeimilius es un joven sacerdote de 32 años de edad. Es hincha del Peñarol. Estudió en el liceo Pedro Poveda e ingresó al seminario luego de terminar la relación de noviazgo que tuvo durante seis años.

(http://www.aciprensa.com/noticias/video-quien-es-el-sacerdote-que-el-papa-saludo-ayer-antes-de-misa-17297/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+noticiasaci+%28Noticias+de+ACI+Prensa%29#.UUgNo1eyJel) 
 


Monday, 18 March 2013

Três Papas – Três Graças




Três Papas – Três Graças

            Como compreender o tempo que estamos vivendo e como o Espírito Santo está dirigindo a vida da Igreja fundada na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tudo tem sido uma surpresa para todos.
            Três grandes papas. Três experiências profundas do Espírito.
            Três dons para a Igreja. Três ensinamentos.
            João Paulo II foi um homem santo pela cruz de sua própria paixão; a enfermidade vivida com amor deu-nos exemplo de perseverança indicando-nos que a “esperança não decepciona” quem crê no Nome de Jesus.
            Bento XVI continua sendo não apenas um homem de fé, mas o homem da fé. Um guerreiro imbatível em favor da Verdade, seu Colaborador fiel. Sua renúncia ressaltou sua fidelidade não aos homens, mas à Cristo e ao seu Espírito para glória do Pai Eterno e seu louvor.
            Francisco que agora governa a Igreja vem pela senda da humildade e da caridade. Um homem simples: abraça, tropeça, erra, levanta, se dobra, ora e pede para orar, silencia, celebra... É um autêntico cristão no século, não obstante tenha pertencido à Ordem Jesuíta. Representa o ser humano do mundo de hoje e apresenta esta humanidade em Eucaristia na Liturgia do Altar e da Vida.
            Será que conseguimos ouvir o que o Espírito Santo está a nos dizer?
            Será que percebemos a grandeza do caminho que o Senhor esta a nos indicar com os pastores da Igreja Universal?
            Penso que continua vívida a máxima que ecoava da vida de João Paulo II: “a fé não está no corpo que se inclina [pela doença, pela renúncia, em prece], mas na alma do que crê!”.
            Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!
            Quem tiver disposição, siga!
            Apenas não fique parado à espera “de outro Evangelho”, pois a fé cristã é “Caminho” e caminhar é preciso. É o movimento de Deus na história. É o movimento da humanidade em direção à terra prometida.
            Vamos juntos.


Padre Rodolfo Gasparini Morbiolo


Sunday, 17 March 2013

Friends of God (77)

"No man, whether he be a Christian or not, has an easy life. To be sure, at certain times it seems as though everything goes as we had planned. But this generally lasts for only a short time. Life is a matter of facing up to difficulties and of experiencing in our hearts both joy and sorrow. It is in this forge that man can acquire fortitude, patience, magnanimity and composure."

St. Josemaría Escrivá

Na eleição tinha o meu lado o arcebispo emérito de São Paulo e prefeito emérito da Congregação para o Clero, Cláudio Hummes

"Obras publicadas
  • Hummes, Cláudio. Renovação das provas tradicionais da existência de Deus por Maurice Blondel em L'Action (1893). Tese (Doutorado). Braga: Tip. Editorial Franciscana, 1964.
  • Fé e compromisso político. São Paulo: Paulinas, 1982.
  • Betto, Frei (org.). Desemprego, causas e conseqüências. São Paulo: Paulinas, 1984. 96 p. (Autores: Frei Betto, Paul Singer, José de Souza Martins, Luiz Inácio Lula da Silva, Cláudio Hummes.)
  • Hummes, Cláudio. Sempre discípulos de Cristo: retiro espiritual do Papa e da Cúria Romana. São Paulo: Paulus, 2002. 184 p.
  •  Hummes, Cláudio. Diálogo com a cidade. São Paulo: Paulus, 2005. 408 p."
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1udio_Hummes)

Dear friends

Queridos amigos

Queridos amigos

Chers amis

Cari amici

Diez anécdotas del Papa Francisco antes de ser Papa

El tango, San Lorenzo, Borges, su barrio y su primer trabajo con una mujer cercana al comunismo, la cocina, su vocación, el dolor y el resentimiento, el drama del aborto y la educación sexual… Por supuesto, la nueva evangelización. Extraídas del libro “El Jesuita”, de Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, transcribimos diez fragmentos particularmente reveladores.

16 de marzo de 2013

Trabajo

“Le agradezco tanto a mi padre que me haya mandado a trabajar. El trabajo fue una de las cosas que mejor me hizo en la vida y, particularmente, en el laboratorio aprendí lo bueno y lo malo de toda tarea humana (…). Allí tuve una jefa extraordinaria, Esther Balestrino de Careaga, una paraguaya simpatizante del comunismo que años después, durante la última dictadura, sufrió el secuestro de una hija y un yerno, y luego fue raptada (…) y asesinada. Actualmente está enterrada en la iglesia de Santa Cruz.
La quería mucho. (…) Me enseñ[ó] la seriedad del trabajo. Realmente, le debo mucho a esa gran mujer”.
(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 34)
Opus Dei -


 Vocación
Cuando rondaba los 17 años, un 21 de septiembre (día en que en Argentina los jóvenes celebran el día del estudiante), se preparaba para salir a festejar con sus compañeros. Pero decidió arrancar la jornada visitando su parroquia. Cuando llegó, se encontró con un sacerdote que no conocía y que le transmitió una gran espiritualidad, por lo que decidió confesarse con él. “En esa confesión me pasó algo raro, no sé qué fue, pero me cambió la vida; yo diría que me sorprendieron con la guardia baja”. Más de medio siglo después lo interpreta así: “Fue la sorpresa, el estupor de un encuentro; me di cuenta de que me estaban esperando. Eso es la experiencia religiosa: el estupor de encontrarse con alguien que te está esperando. Desde ese momento para mí, Dios es el que te ‘primerea’. Uno lo está buscando, pero Él te busca primero. Uno quiere encontrarlo, pero Él nos encuentra primero”. “Primero, se lo dije a mi papá y le pareció muy bien. Pero la reacción de mi mamá fue diferente. La verdad es que la vieja se enojó mal”.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pp. 45-47)

Nueva Evangelización
“La Iglesia, por venir de una época donde el modelo cultural la favorecía, se acostumbró a que sus instancias fueran ofrecidas y abiertas para el que viniera, para el que nos buscara. Eso funcionaba en una comunidad evangelizada. Pero en la actual situación, la Iglesia necesita transformar sus estructuras y modos pastorales orientándolos de modo que sean misioneros. No podemos permanecer en un estilo ‘clientelar’ que, pasivamente, espera que venga ‘el cliente’, el feligrés, sino que tenemos que tener estructuras para ir hacia donde nos necesitan, hacia donde está la gente, hacia quienes deseándolo no van a acercarse a estructuras y formas caducas que no responden a sus expectativas ni a su sensibilidad.
Opus Dei -


Tenemos que ver, con gran creatividad, cómo nos hacemos presentes en los ambientes de la sociedad haciendo que las parroquias e instituciones sean instancias que lancen a esos ambientes. Revisar la vida interna de la Iglesia para salir hacia el pueblo fiel de Dios. La conversión pastoral nos llama a pasar de una Iglesia ‘reguladora de la fe’ a una Iglesia ‘transmisora y facilitadora de la fe’”.

(De las Orientaciones para la promoción del Bautismo, de la Arquidiócesis de Buenos Aires, en El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, p. 77-78)

Divorciados en la Iglesia
-¿Qué les diría a los divorciados que están en una nueva unión?
-“Que se integren a la comunidad parroquial, que trabajen allí porque hay cosas en una parroquia que las pueden hacer ellos. Que busquen ser parte de la comunidad espiritual, que es lo que aconsejan los documentos pontificios y el Magisterio de la Iglesia. El Papa señaló que la Iglesia los acompaña en esta situación. Es cierto que a algunos les duele no poder comulgar. Lo que hace falta en estos casos es explicarle bien las cosas. Existen casos en que esto resulta complicado. Es una explicación teológica que algunos sacerdotes exponen muy bien y la gente entiende”.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 91)

Aborto y derechos de la mujer
-“La batalla contra el aborto la sitúo en la batalla a favor de la vida desde la concepción. Esto incluye el cuidado de la madre durante el embarazo, la existencia de leyes que protejan a la mujer en el post parto, la necesidad de asegurar una adecuada alimentación de los chicos, como también el brindar una atención sanitaria a lo largo de toda una vida, el cuidar a nuestros abuelos y no recurrir a la eutanasia. Porque tampoco debe ‘submatarse’ con una insuficiente alimentación o una educación ausente o deficiente, que son formas de probar de una vida plena. Si hay una concepción que respetar, hay una vida que cuidar.”
-Muchos dicen que la oposición al aborto es una cuestión religiosa.
-“Que va… La mujer embarazada no lleva en el vientre un cepillo de dientes; tampoco un tumor. La ciencia enseña que desde el momento de la concepción, el nuevo ser tiene todo el código genético. Es impresionante. No es, entonces, una cuestión religiosa, sino claramente moral con base científica, porque estamos en presencia de un ser humano.
-¿Pero la graduación moral de la mujer que aborta es la misma que la de quien la practica?
-No hablaría de graduación. Pero sí a mí me da mucho más –no digo lástima-, sino compasión, en el sentido bíblico de la palabra, o sea, de compadecer y acompañar, una mujer que aborta por vaya uno a saber qué presiones, que aquellos profesionales –o no profesionales- que actúan por dinero y con una frialdad única. […] Esa frialdad contrasta con los problemas de conciencia, los remordimientos que, al cabo de unos años, tienen muchas mujeres que abortaron. Hay que estar en el confesonario y escuchar esos dramones, porque saben que mataron a un hijo.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 91)

Educación sexual
“La iglesia no se opone a la educación sexual. Personalmente, creo que debe haberla a lo largo de todo el crecimiento de los chicos, adaptada a cada etapa. En verdad, la Iglesia siempre impartió educación sexual, aunque acepto que no siempre lo hizo de un modo adecuado. Lo que pasa es que actualmente muchos de los que levantan las banderas de la educación sexual la conciben separada de la persona humana. Entonces, en vez de contarse con una ley de educación sexual para la plenitud de la persona, para el amor, se cae en una ley para la genitalidad. Ésa es nuestra objeción. No queremos que se degrade a la persona humana. Nada más”.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubin y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 92-93)

Cocina
–¿Cocina actualmente?
–No, no tengo tiempo. Pero cuando vivía en el colegio Máximo, de San Miguel, como los domingos no había cocinera, yo cocinaba para los estudiantes.
–¿Y cocina bien?
–Bueno, nunca maté a nadie…

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubin y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, p. 31)

Ping pong de preguntas y respuestas
–¿Cómo se presentaría ante un grupo que no lo conoce?
–Soy Jorge Bergoglio, cura. Es que me gusta ser cura.
–¿Un lugar en el mundo?
–Buenos Aires.
–¿Una persona?
–Mi abuela.
–¿Cómo prefiere enterarse de las noticias?
–Leyendo los diarios. La radio la enciendo para escuchar música clásica.
–Viaja mucho en el subterráneo, ¿es su transporte predilecto?
–Lo tomo casi siempre por la rapidez, pero me gusta más el colectivo, porque veo la calle.
Opus Dei - Viajando en los subterráneos de Buenos Aires
Viajando en los subterráneos de Buenos Aires

–¿Tuvo novia?
–Sí. Formaba parte de la barra de amigos con la que íbamos a bailar.
–¿Por qué finalizó el noviazgo?
–Descubrí mi vocación religiosa.
–¿Tiene algún familiar que también abrazó la vocación religiosa?
–Sí, el hijo de mi hermana Marta. Es sacerdote jesuita como yo.
–¿Alguna afición?
–De joven coleccionaba estampillas. Ahora, leer, que me gusta mucho, y escuchar música.
–¿Una obra literaria?
–La poesía de Hölderlin me encanta. También, muchas obras de la literatura italiana. A I promesi sposi la habré leído cuatro veces. Otro tanto a La Divina Comedia. Me llegan Dostoievsky y Marechal.
–¿Borges? Usted lo trató.
–Ni qué decir. Además Borges tenía la genialidad de hablar prácticamente de cualquier cosa sin mandarse la parte.
–Borges era agnóstico.
–Un agnóstico que todas las noches rezaba el Padrenuestro, porque se lo había prometido a su madre y que murió asistido religiosamente.
–¿Una composición musical?
–Entre las que más admiro está la obertura Leonera número tres de Beethoven en la versión de Furtwängler, es a mi entender el mejor director de algunas de sus sinfonías y de las obras de Wagner.
–¿Le agrada el tango?
–Muchísimo. Es algo que me sale de adentro. Creo conocer bastante de sus dos etapas.
–¿Sabe bailarlo?
–Sí. Lo bailé de joven, aunque prefiero la milonga.
–¿Su deporte preferido?
–De joven, practicaba el básquet, pero me gustaba ir a la cancha a ver fútbol. Íbamos toda la familia, incluida mi mamá, a ver a San Lorenzo, el equipo de nuestro amores: mis padres era de Almagro, el barrio del club.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pp. 118-120)
Opus Dei - Con hinchas de San Lorenzo
Con hinchas de San Lorenzo
Nombramiento

-[Después de una conversación el Nuncio] “me informa: “Ah… una última cosa… fue nombrado obispo auxiliar de Buenos Aires y la designación se hace pública el 20…” Así nomás, me lo dijo.
-¿Y cuál fue su reacción?
-“Me bloqueé. Como señalé antes, como consecuencia de un golpe, bueno o malo, siempre me bloqueo”.
[…]
-Por lo menos, díganos qué sentía cuando veía su nombre entre los grandes candidatos a Papa… [sobre el Cónclave del 2005].
-Pudor, vergüenza. Pensaba que los periodistas estaban locos.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pp. 125-126)

Dolor y resentimiento

“El dolor, que es también otra llaga, es a campo abierto. El resentimiento es como una casa tomada, donde vive mucha gente hacinada que no tiene cielo. Mientras que el dolor es como una villa donde también hay hacinamiento, pero se ve el cielo. En otras palabras, el dolor está abierto a la oración, a la ternura, a la compañía de un amigo, a mil cosas que a uno lo dignifican. O sea, el dolor es una situación más sana. Así me lo dicta la experiencia”.

(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pp. 143)

Saturday, 16 March 2013

Mons. Óscar Romero y San Josemaría

“A missão da Igreja é identificar-se com os pobres. Assim, a Igreja encontra a sua salvação.” (Homilia de 11 de novembro de 1977, de Monsenhor Romero)

En el vídeo "San Josemaría y su huella en El Salvador" se habla de la relación entre el Fundador del Opus Dei y el que fuera arzobispo de El Salvador entre 1970 y 1980, año en el que fue asesinado. Recogemos un fragmento.

Monseñor Oscar Arnolfo Romero también fue cautivado por la santidad del Fundador del Opus Dei. En 1970, Mons Romero conversó en Roma con San Josemaría. Don Antonio Rodríguez escribe: "El Padre le atendió con gran afecto y puso los medios para que le ayudaran a descansar en esos días porque conocía bien la situación de tensión que se vivía en el Salvador".

Tras la muerte de san Josemaría el mismo mons Romero escribe una carta al Papa pidiendo la beatificación y canonización de Mons. Escrivá de Balaguer. Ahí dice que tuvo la dicha de conocerle personalmente "y de recibir de él aliento y fortaleza para ser fiel a la doctrina inalterable de Cristo y para servir con afán apostólico a la Santa Iglesia Romana.

Mons. Escrivá de Balaguer supo unir en su vida un diálogo contínuo con el Señor y una gran humildad: se notaba que era un hombre de Dios y su trato estaba lleno de delicadeza, cariño y buen humor. Desde hace muchos años conozco el trabajo de la Obra aquí en el Salvador y puedo testimoniar el sentido sobrenatural que lo anima y la fidelidad al Magisterio que lo caracteriza".

(http://www.opusdei.org.co/art.php?p=50053)

Crescentes desigualdades entre ricos e pobres

"Causam apreensão os focos de tensão e conflito causados por crescentes desigualdades entre ricos e pobres, pelo predomínio duma mentalidade egoísta e individualista que se exprime inclusivamente por um capitalismo financeiro desregrado"

Papa Bento XVI

Primeira homilia do Papa Francisco

"Estas três Leituras têm algo em comum: é o movimento. Na primeira Leitura, o movimento no caminho; na segunda Leitura, o movimento na edificação da Igreja; na terceira, no Evangelho, o movimento na confissão. Caminhar, edificar, confessar.

Caminhar. «Vinde, Casa de Jacob! Caminhemos à luz do Senhor» (Is 2, 5). Trata-se da primeira coisa que Deus disse a Abraão: caminha na minha presença e sê irrepreensível. Caminhar: a nossa vida é um caminho e, quando nos detemos, está errado. Caminhar sempre, na presença do Senhor, à luz do Senhor, procurando viver com aquela irrepreensibilidade que Deus pedia a Abraão, na sua promessa.

Edificar. Edificar a Igreja. Fala-se de pedras: as pedras têm consistência; mas pedras vivas, pedras ungidas pelo Espírito Santo. Edificar a Igreja, a Esposa de Cristo, sobre aquela pedra angular que é o próprio Senhor. Aqui temos outro movimento da nossa vida: edificar.

Terceiro, confessar. Podemos caminhar o que quisermos, podemos edificar um monte de coisas, mas se não confessarmos Jesus Cristo, algo está errado. Tornar-nos-emos uma ONG sócio-caritativa, mas não a Igreja, Esposa do Senhor. Quando não se caminha, ficamos parados. Quando não se edifica sobre as pedras, que acontece? Acontece o mesmo que às crianças na praia quando fazem castelos de areia: tudo se desmorona, não tem consistência. Quando não se confessa Jesus Cristo, faz-me pensar nesta frase de Léon Bloy: «Quem não reza ao Senhor, reza ao diabo». Quando não confessa Jesus Cristo, confessa o mundanismo do diabo, o mundanismo do demónio.

Caminhar, edificar-construir, confessar. Mas a realidade não é tão fácil, porque às vezes, quando se caminha, constrói ou confessa, sentem-se abalos, há movimentos que não são os movimentos próprios do caminho, mas movimentos que nos puxam para trás.

Este Evangelho continua com uma situação especial. O próprio Pedro que confessou Jesus Cristo com estas palavras: Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo, diz-lhe: Eu sigo-Te, mas de Cruz não se fala. Isso não vem a propósito. Sigo-Te com outras possibilidades, sem a Cruz. Quando caminhamos sem a Cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, somos bispos, padres, cardeais, papas, mas não discípulos do Senhor.

Eu queria que, depois destes dias de graça, todos nós tivéssemos a coragem, sim a coragem, de caminhar na presença do Senhor, com a Cruz do Senhor; de edificar a Igreja sobre o sangue do Senhor, que é derramado na Cruz; e de confessar como nossa única glória Cristo Crucificado. E assim a Igreja vai para diante.

Faço votos de que, pela intercessão de Maria, nossa Mãe, o Espírito Santo conceda a todos nós esta graça: caminhar, edificar, confessar Jesus Cristo Crucificado."

Friday, 15 March 2013

Friends of God (76)

"I don't know if I could say which is the most important human virtue. It depends on the point of view from which they are considered. In any case, this question doesn't really get us anywhere, for it is not a matter of practising one or even a number of virtues. We have to try to acquire and to practise all of them. Each individual virtue is interwoven with the others and, thus, our effort to be sincere will also make us upright, cheerful, prudent and composed. 
I am not convinced either when I hear people making a great distinction between personal and social virtues. No virtue worthy of its name can foster selfishness. Every virtue necessarily works to the good both of our own soul and to the good of those around us. We are all of us men and all likewise children of God, and we cannot think that life consists in building up a brilliant curriculum vitae or an outstanding career. Ties of solidarity should bind us all and, besides, in the order of grace we are united by the supernatural bond of the Communion of Saints.
At the same time, we must bear in mind that decision making and responsibility derive from the personal freedom of each individual. Virtues are therefore also radically personal, they pertain to the person. Nevertheless, in this great battle of love no one fights alone. None of us, I like to say, is a floating line of verse. In some way we are always either helping or hindering each other. We are all links in the same chain. Join with me now in asking Our Lord to grant that this chain may anchor us to his Heart until that day comes when we shall contemplate him face to face for ever in Heaven."

Thursday, 14 March 2013

Friends of God (74/75)

"In this world of ours there are many people who neglect God. It may be that they have not had an opportunity to listen to his words, or that they have forgotten them. Yet their human dispositions are honest, loyal, compassionate and sincere. I would go so far as to say that anyone possessing such qualities is ready to be generous with God, because human virtues constitute the foundation for the supernatural virtues.

It is true that in themselves such personal qualities are not enough, for no one is saved without the grace of Christ. But if a man fosters and cultivates the seeds of virtue within him, God will smooth out his path, and such a person will be able to become holy because he has known how to live as a man of good will.

You may perhaps have noticed other cases which are in a certain sense just the opposite; so many people who call themselves Christians because they have been baptised and have received other sacraments, but then prove to be disloyal and deceitful, insincere and proud, and... they fail to achieve anything. They are like shooting stars, lighting up the sky for an instant and then falling away to nothing.

If we accept the responsibility of being children of God, we will realise that God wants us to be very human. Our heads should indeed be touching heaven, but our feet should be firmly on the ground. The price of living as Christians is not that of ceasing to be human or of abandoning the effort to acquire those virtues which some have even without knowing Christ. The price paid for each Christian is the redeeming Blood of Our Lord and he, I insist, wants us to be both very human and very divine, struggling each day to imitate him who is perfectus Deus, perfectus homo."

St. Josemaría Escrivá

President Barack Obama released the following statement on the selection of Pope Francis

"On behalf of the American people, Michelle and I offer our warm wishes to His Holiness Pope Francis as he ascends to the Chair of Saint Peter and begins his papacy. As a champion of the poor and the most vulnerable among us, he carries forth the message of love and compassion that has inspired the world for more than two thousand years-that in each other we see the face of God. As the first pope from the Americas, his selection also speaks to the strength and vitality of a region that is increasingly shaping our world, and alongside millions of Hispanic Americans, those of us in the United States share the joy of this historic day. Just as I appreciated our work with Pope Benedict XVI, I look forward to working with His Holiness to advance peace, security and dignity for our fellow human beings, regardless of their faith. We join with people around the world in offering our prayers for the Holy Father as he begins the sacred work of leading the Catholic Church in our modern world."

President Barack Obama

Bishop Javier Echevarría, Prelate of Opus Dei, expresses his great joy at the news of Pope Francis' election

This is a moment of great joy for Catholics all over the world. Pope Francis is the 266th successor of Peter. From the moment the white smoke was first seen we have welcomed him with great thanks. And now, following the example of Benedict XVI, we express to him our unconditional reverence and obedience. And also our affection and prayer, continuing the prayers that we shared with the Pope during his first appearance on the balcony of the Hall of Blessings in Saint Peter’s Basilica.

In this moment filled with emotion, when the Church’s universality is vividly sensed, I reaffirm to the new Roman Pontiff complete adhesion to his person and ministry, with the certainty that I am expressing the sentiments of the faithful, both priests and laity, of the Prelature of Opus Dei. We all entrust ourselves to the prayers of His Holiness, in order to contribute effectively, with joyful availability, to the work of evangelization that the Pope has mentioned in his first greeting to the Church.

During these weeks of serene waiting, much has been said about the burden that weighs on the shoulders of the Holy Father. But let us not forget that the Pope relies on God’s help, on the assistance of the Holy Spirit and the affection and prayers of all Catholics, and of millions of other men and women of good will.

As Saint Josemaría Escrivá always advised, I ask our Lord today very especially that all of us Catholics may share “one will, one heart, one spirit, so that omnes cum Petro ad Iesum per Mariam—so that we may all go to Jesus, closely united to the Pope, through Mary" (The Forge, 647).


+ Javier Echevarría

Prelate of Opus Dei