"Christ is perfectus Deus, perfectus
homo. He is perfect God, the Second Person of the Blessed Trinity, and perfect
man. He comes to save, not to destroy nature. It is from him that we learn that
it is unchristian to treat our fellow men badly, for they are creatures of God,
made to his image and likeness."
Deus caritas est. God is love. Deus é amor. Dios es amor. Dieu est amour. Dio è amore. A Catholic blog in English, Sometimes also in Portuguese, Spanish, French and Italian.
Saturday, 9 March 2013
Love and truth
"It is true that Jesus was a prophet of love, but love has a truth of its own. Indeed, love and truth are two names of the same reality, two names of God."
Benedict XVI
Benedict XVI
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Friday, 8 March 2013
Conversations (116) - Passionately Loving the World
"A man who knows that the world, and not just the church, is the place
where he finds Christ, loves that world. He endeavours to become
properly formed, intellectually and professionally. He makes up his own
mind with complete freedom about the problems of the environment in
which he moves, and then he makes his own decisions. Being the decisions
of a Christian, they result from personal reflection, in which he
endeavours, in all humility, to grasp the Will of God in both the
unimportant and the important events of his life."
Thursday, 7 March 2013
Uma comunidade mundial, com uma autoridade correspondente, movendo-se precisamente a partir do amor, e exactamente do amor pelo bem comum da família humana
DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PARTICIPANTES NA PLENÁRIA
DO PONTIFÍCIO CONSELHO «JUSTIÇA E PAZ»
AOS PARTICIPANTES NA PLENÁRIA
DO PONTIFÍCIO CONSELHO «JUSTIÇA E PAZ»
Sala do Consistório
Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012
Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012
Senhores Cardeais
Venerados Irmãos
no Episcopado e no Sacerdócio
Prezados irmãos e irmãs
Venerados Irmãos
no Episcopado e no Sacerdócio
Prezados irmãos e irmãs
Estou feliz por vos acolher por ocasião da vossa Assembleia
Plenária. Saúdo o Cardeal Presidente, a quem agradeço as amáveis palavras que me
dirigiu, assim como ao Monsenhor Secretário, aos Oficiais do Dicastério e a
todos vós, Membros e Consultores, reunidos para este importante momento de
reflexão e de programação. A vossa Assembleia celebra-se durante o
Ano da fé,
depois do Sínodo dedicado à nova evangelização, assim como no quinquagésimo
aniversário do Concílio Vaticano II e — daqui a poucos meses — da Encíclica
Pacem in terris,
do Beato Papa João XXIII. Trata-se de um contexto que por si só já oferece
múltiplos estímulos.
Como nos ensinou o Beato Papa João Paulo II, a doutrina social
faz parte integrante da missão evangelizadora da Igreja (cf. Encíclica
Centesimus annus,
54) e, com maior razão, deve ser considerada importante para a nova
evangelização (cf. ibid., 5; Encíclica
Caritas in veritate, 15). Recebendo Jesus Cristo e o seu Evangelho, não
apenas na vida pessoal, mas também nas relações sociais, tornamo-nos portadores
de uma visão do homem, da sua dignidade, liberdade e relacionalidade, que é
caracterizada pela transcendência, tanto no sentido horizontal como vertical. Da
antropologia integral, que deriva da Revelação e do exercício da razão natural,
dependem a fundação e o significado dos direitos e dos deveres humanos, como nos
recordou o Beato João XXIII, precisamente na
Pacem in terris
(cf. n. 9). Com efeito, os direitos e os deveres não têm como fundamento único e
exclusivo a consciência social dos povos, mas dependem primariamente da lei
moral natural, inscrita por Deus na consciência de cada pessoa e, portanto, em
última análise, da verdade acerca do homem e da sociedade.
Embora a defesa dos direitos tenha alcançado grandes
progressos no nosso tempo, a cultura contemporânea, caracterizada entre outros
por um individualismo utilitarista e por um economicismo tecnocrático, tende a
desvalorizar a pessoa. Ela é concebida como um ser «fluido», sem uma
consistência permanente. Não obstante esteja imerso numa rede infinita de
relações e de comunicações, paradoxalmente, o homem de hoje parece muitas vezes
um ser isolado, porque é indiferente a propósito da relação constitutiva do seu
ser, que é a raiz de todos os demais relacionamentos, a relação com Deus. O
homem contemporâneo é considerado em chave predominantemente biológica, ou como
«capital humano», «recurso», parte de uma engrenagem produtiva e financeira que
lhe é sobranceira. Se, por um lado, se continua a proclamar a dignidade da
pessoa, por outro, novas ideologias — como a hedonista e egoísta dos direitos
sexuais e reprodutivos, ou a de um capitalismo financeiro desregrado, que
transgride sobre a política e desestrutura a economia real — contribuem para
considerar o trabalhador dependente e o seu trabalho como bens «menores» e para
ameaçar os fundamentos naturais da sociedade, especialmente a família. Na
realidade o ser humano, constitutivamente transcendente em relação aos demais
seres e bens terrenos, goza de um primado real que o põe como responsável por si
mesmo e pela criação. Concretamente, para o Cristianismo, o trabalho é um bem
fundamental para o homem, em vista da sua personalização, da sua socialização,
da formação de uma família, da contribuição para o bem comum e para a paz.
Precisamente por este motivo, a finalidade do acesso ao trabalho para todos é
sempre prioritária, inclusive nos períodos de recessão da economia (cf.
Caritas in veritate, 32).
De uma nova evangelização do social podem derivar um humanismo
novo e um renovado compromisso cultural e projectual. Ela ajuda a destronizar os
ídolos modernos, a substituir o individualismo, o consumismo materialista e a
tecnocracia, com a cultura da fraternidade e da gratuidade, do amor solidário.
Jesus Cristo resumiu e cumpriu os preceitos num novo mandamento: «Como Eu vos
tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros» (Jo 13,
34); aqui está o segredo de toda a vida social plenamente humana e pacífica,
assim como da renovação da política e das instituições nacionais e mundiais. O
Beato Papa João XXIII motivou o compromisso em prol da construção de uma
comunidade mundial, com uma autoridade correspondente, movendo precisamente a
partir do amor, e exactamente do amor pelo bem comum da família humana. Assim
lemos na
Pacem in terris:
«Existe, evidentemente, uma relação intrínseca entre o conteúdo histórico do bem
comum e a configuração e o funcionamento dos Poderes públicos. Porquanto, assim
como a ordem moral requer uma autoridade pública para a obtenção do bem comum na
convivência humana, postula também, consequentemente, que esta autoridade seja
capaz de conseguir o fim proposto» (n. 71).
Sem dúvida, a Igreja não tem a tarefa de sugerir, sob os
pontos de vista jurídico e político, a configuração concreta de tal ordenamento
internacional, mas oferece a quantos têm esta responsabilidade, aqueles
princípios de reflexão, critérios de juízo e orientações práticas que possam
garantir a urdidura antropológica e ética em volta do bem comum (cf. Encíclica
Caritas in veritate, 67). De qualquer modo, na reflexão é necessário
recordar-se que não se deveria imaginar um superpoder, concentrado nas mãos de
poucos, que dominaria sobre todos os povos explorando os mais frágeis, mas que
qualquer autoridade deve ser entendida, antes de tudo, como uma força moral,
faculdade de influir segundo a razão (cf.
Pacem in terris,
27), ou seja, como autoridade participada, limitada por competência e pelo
direito.
Agradeço ao Pontifício Conselho «Justiça e Paz» porque,
juntamente com outras Instituições pontifícias, se propôs aprofundar as
orientações que ofereci na
Caritas in veritate. E isto, quer mediante as reflexões para uma reforma
do sistema financeiro e monetário internacional, quer através da Assembleia
Plenária destes dias e do Seminário internacional sobre a
Pacem in terris,
que terá lugar no próximo ano.
A Virgem Maria, Aquela que com fé e amor acolheu em si o
Salvador para O oferecer ao mundo, nos oriente no anúncio e no testemunho da
doutrina social da Igreja, a fim de tornarmos mais eficaz a nova evangelização.
Com estes votos, é de bom grado que concedo a minha Bênção Apostólica a cada um
de vós.
Papa Bento XVI
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Bento XVI
Wednesday, 6 March 2013
The Way (262)
"Stop thinking of your fall. That thought, besides overwhelming and
crushing you under its weight, may easily be an occasion of further
temptations. Christ has forgiven you: forget the 'old self'."
Construcción de una comunidad mundial, con su autoridad correspondiente, justamente partiendo del amor, y precisamente del amor por el bien común de la familia humana
DISCURSO DEL SANTO PADRE BENEDICTO XVI
A LOS PARTICIPANTES EN LA PLENARIA
DEL CONSEJO PONTIFICIO JUSTICIA Y PAZ
Sala del Consistorio
Lunes 3 de diciembre de 2012
A LOS PARTICIPANTES EN LA PLENARIA
DEL CONSEJO PONTIFICIO JUSTICIA Y PAZ
Sala del Consistorio
Lunes 3 de diciembre de 2012
Señores cardenales,
venerados hermanos en el Episcopado y en el sacerdocio,
queridos hermanos y hermanas:
venerados hermanos en el Episcopado y en el sacerdocio,
queridos hermanos y hermanas:
Me alegra acogeros con ocasión de vuestra asamblea plenaria. Saludo al
cardenal presidente, a quien agradezco las corteses palabras que me ha dirigido,
así como al monseñor secretario, a los oficiales del dicasterio y a todos
vosotros, miembros y consultores, venidos para este importante momento de
reflexión y de programación. Vuestra asamblea se celebra en el
Año de la fe,
después del Sínodo dedicado a la nueva evangelización, también —como se ha
dicho— en el quincuagésimo aniversario del Concilio Vaticano II y —dentro de
pocos meses— de la encíclica
Pacem in terris del beato Papa Juan XXIII.
Se trata de un contexto que ya de por sí ofrece múltiples estímulos.
La doctrina social, como nos ha enseñado el beato Papa Juan Pablo II, es
parte integrante de la misión evangelizadora de la Iglesia (cf. Enc.
Centesimus annus, 54), y con mayor razón ha de considerarse importante para
la nueva evangelización (cf. ib., 5; Enc.
Caritas in veritate,
15). Acogiendo a Jesucristo y su Evangelio, además de en la vida personal
también en las relaciones sociales, nos convertimos en portadores de una visión
del hombre, de su dignidad, libertad y relacionalidad, que se caracteriza por la
trascendencia, en sentido tanto horizontal como vertical. De la antropología
integral, que deriva de la Revelación y del ejercicio de la razón natural,
dependen la fundación y el significado de los derechos y los deberes humanos,
como nos ha recordado el beato Juan XXIII precisamente en la
Pacem in terris
(cf. n. 9). Los derechos y los deberes en efecto no tienen como único y
exclusivo fundamento la conciencia social de los pueblos, sino que dependen
primariamente de la ley moral natural, inscrita por Dios en la conciencia de
cada persona, y por tanto, en última instancia, de la verdad sobre el hombre y
sobre la sociedad.
Aunque la defensa de los derechos haya hecho grandes progresos en nuestro
tiempo, la cultura actual, caracterizada, entre otras cosas, por un
individualismo utilitarista y un economicismo tecnocrático, tiende a subestimar
a la persona. Esta es concebida como un ser «fluido», sin consistencia
permanente. No obstante esté sumergido en una red infinita de relaciones y de
comunicaciones, el hombre de hoy paradójicamente aparece a menudo como un ser
aislado, porque es indiferente respecto a la relación constitutiva de su ser,
que es la raíz de todas las demás relaciones, la relación con Dios. El hombre de
hoy es considerado en clave prevalentemente biológica o como «capital humano»,
«recurso», parte de un engranaje productivo y financiero que lo supera. Si, por
una parte, se sigue proclamando la dignidad de la persona, por otra, nuevas
ideologías —como la hedonista y egoísta de los derechos sexuales y reproductivos
o la de un capitalismo financiero desordenado que prevarica en la política y
desestructura la economía real— contribuyen a considerar al trabajador
dependiente y su trabajo como bienes «menores» y a minar los fundamentos
naturales de la sociedad, especialmente la familia. En realidad, el ser humano,
constitutivamente trascendente respecto a los demás seres y bienes terrenos,
goza de un primado real que lo sitúa como responsable de sí mismo y de la
creación. Concretamente, para el cristianismo, el trabajo es un bien fundamental
para el hombre, en vista de su personalización, de su socialización, de la
formación de una familia, de la aportación al bien común y a la paz.
Precisamente por esto el objetivo del acceso al trabajo para todos es siempre
prioritario, también en los períodos de recesión económica (cf.
Caritas in
veritate, 32).
De una nueva evangelización del ámbito social pueden derivar un nuevo
humanismo y un renovado compromiso cultural y proyectivo. Ella ayuda a destronar
los ídolos modernos, a sustituir el individualismo, el consumismo materialista y
la tecnocracia con la cultura de la fraternidad y de la gratuidad, del amor
solidario. Jesucristo resumió y perfeccionó los preceptos en un mandamiento
nuevo: «Como yo os he amado, amos también unos a otros» (Jn 13, 34); aquí
está el secreto de toda vida social plenamente humana y pacífica, así como de la
renovación de la política y de las instituciones nacionales y mundiales. El
beato Papa Juan XXIII motivó el compromiso por la construcción de una comunidad
mundial, con su autoridad correspondiente, justamente partiendo del amor, y
precisamente del amor por el bien común de la familia humana. Así leemos en la
Pacem in terris: «Si se examinan con atención, por una parte, el
contenido intrínseco del bien común, y, por otra, la naturaleza y el ejercicio
de la autoridad pública, todos habrán de reconocer que entre ambos existe una
imprescindible conexión. Porque el orden moral, de la misma manera que exige una
autoridad pública para promover el bien común en la sociedad civil, así también
requiere que dicha autoridad pueda lograrlo efectivamente» (n. 136).
La Iglesia no tiene ciertamente la tarea de sugerir, desde el punto de vista
jurídico y político, la configuración concreta de tal ordenamiento
internacional, pero ofrece a quien tiene la responsabilidad los principios de
reflexión, los criterios de juicio y las orientaciones prácticas que pueden
garantizar su entramado antropológico y ético en torno al bien común (cf.
Caritas in veritate, 67). En la reflexión, de cualquier manera, se ha de
tener presente que no se debería imaginar un superpoder, concentrado en las
manos de pocos, que dominaría a todos los pueblos, explotando a los más débiles,
sino que toda autoridad debe entenderse, ante todo, como fuerza moral, facultad
de influir según la razón (cf.
Pacem in terris, 47), o sea, como
autoridad participada, limitada por competencia y por el derecho.
Doy las gracias al Consejo pontificio Justicia y paz porque, junto con otras
instituciones pontificias, se ha prefijado profundizar las orientaciones que
ofrecí en la
Caritas in veritate. Y esto ya sea mediante las reflexiones
para una reforma del sistema financiero y monetario internacional, ya sea
mediante la Plenaria de estos días y el Seminario internacional sobre la
Pacem in terris del próximo año.
Que la Virgen María, que con fe y amor acogió en sí al Salvador para darlo al
mundo, nos guíe en el anuncio y en el testimonio de la doctrina social de la
Iglesia, para hacer más eficaz la nueva evangelización. Con este deseo, de buen
grado imparto a cada uno de vosotros la bendición apostólica. Gracias.
Santo Padre Benedicto XVI
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Benedicto XVI
Conversations (10) - Freedom and Pluralism in the People of God
"You have been saying and writing for many years that the vocation of
the laity consists of three things: 'to sanctify work, to sanctify
themselves in work, and to sanctify others through work'. Could you
explain exactly what you mean by sanctifying work?
It is difficult to explain it in a few words, because the expression
'sanctifying work' involves fundamental concepts of the theology of
Creation. What I have always taught, over the last forty years, is that a
Christian should do all honest human work, be it intellectual or
manual, with the greatest perfection possible: with human perfection
(professional competence) and with Christian perfection (for love of
God's Will and as a service to mankind). Human work done in this manner,
no matter how humble or insignificant it may seem, helps to shape the
world in a Christian way. The world's divine dimension is made more
visible and our human labour is thus incorporated into the marvellous
work of Creation and Redemption. It is raised to the order of grace. It
is sanctified and becomes God's work, operatio Dei, opus Dei.
We have reminded Christians of the wonderful words of Genesis which tell
us that God created man so that he might work, and we have concentrated
on the example of Christ, who spent most of His life on earth working
as a craftsman in a village. We love human work which He chose as His
state in life, which He cultivated and sanctified. We see in work, in
men's noble creative toil not only one of the highest human values, an
indispensable means to social progress and to greater justice in the
relations between men, but also a sign of God's Love for His creatures,
and of men's love for each other and for God: we see in work a means of
perfection, a way to sanctity.
Hence, the sole objective of Opus Dei has always been to see to it that
there be men and women of all races and social conditions who endeavour
to love and to serve God and the rest of mankind in and through their
ordinary work, in the midst of the realities and interests of the world."
Construction d’une communauté mondiale, avec une autorité compétente, à partir justement de l’amour, et précisément de l’amour pour le bien commun de la famille humaine
DISCOURS DU PAPE BENOÎT XVI
AUX PARTICIPANTS À L'ASSEMBLÉE PLÉNIÈRE DU
CONSEIL PONTIFICAL JUSTICE ET PAIX
AUX PARTICIPANTS À L'ASSEMBLÉE PLÉNIÈRE DU
CONSEIL PONTIFICAL JUSTICE ET PAIX
Salle du Consistoire
Lundi 3 décembre 2012
Lundi 3 décembre 2012
Messieurs les cardinaux,
vénérés frères dans l’épiscopat et dans le sacerdoce,
chers frères et sœurs!
vénérés frères dans l’épiscopat et dans le sacerdoce,
chers frères et sœurs!
Je suis heureux de vous accueillir à l’occasion de votre
assemblée plénière. Je salue le cardinal-président, que je remercie pour les
aimables paroles qu’il m’a adressées, ainsi que le secrétaire et les officiaux
du dicastère, et vous tous, membres et consulteurs, rassemblés pour ce temps
important de réflexion et de programmation. Votre assemblée se réunit en l’Année
de la foi, après le synode consacré à la nouvelle évangélisation, alors que
l’on célèbre le cinquantième anniversaire du
Concile Vatican
II et celui, dans
quelques mois, de l’encyclique
Pacem in terris,
du bienheureux Pape
Jean XXIII.
Ce contexte est déjà, en soi, source de motivations multiples.
La doctrine sociale, comme nous l’a enseigné le bienheureux
Pape Jean-Paul
II, fait partie intégrante de la mission évangélisatrice de
l’Eglise (cf. Enc.
Centesimus annus, n. 54) et elle doit d’autant plus
être considérée comme importante pour la nouvelle évangélisation (cf. ibid.,
n. 5; Enc.
Caritas in veritate, n. 15). En accueillant Jésus Christ et
son Evangile, non seulement dans notre vie personnelle, mais aussi dans les
relations sociales, nous devenons porteurs d’une vision de l’homme, de sa
dignité, de sa liberté et de sa nature relationnelle, marquée par la
transcendance, au sens horizontal comme vertical. Comme nous l’a rappelé le
bienheureux
Jean XXIII précisément dans
Pacem in terris (cf. n. 9), les
fondements et la signification des droits et des devoirs de l’homme dépendent
d’une anthropologie intégrale, qui dérive de la Révélation et de l’exercice de
la raison naturelle. En effet, les droits et les devoirs n’ont pas pour seul et
exclusif fondement la conscience sociale des peuples, mais ils dépendent tout
d’abord de la loi morale naturelle, inscrite par Dieu dans la conscience de
chaque personne, et donc en dernière instance, de la vérité sur l’homme et sur
la société.
Bien que la défense des droits ait fait de grands progrès à
notre époque, la culture actuelle, caractérisée, entre autres, par un
individualisme utilitariste et un économisme technocratique, tend à dévaluer la
personne. Celle-ci est conçue comme un être «fluide», sans consistance
permanente. Bien qu’il soit immergé dans un réseau infini de relations et de
communications, l’homme d’aujourd’hui, paradoxalement, apparaît souvent comme un
être isolé, parce qu’indifférent quant au rapport constitutif de son être, qui
est la racine de toutes les autres relations, la relation avec Dieu. L’homme
d’aujourd’hui est considéré d’un point de vue essentiellement biologique ou
comme un «capital humain», une «ressource», faisant partie d’un engrenage
productif et financier qui le domine. Si, d’un côté, on continue à proclamer la
dignité de la personne, de l’autre, de nouvelles idéologies, — comme l’hédonisme
égoïste des droits sexuels et reproductifs ou un capitalisme financier déréglé
qui prévaut sur la politique et qui déstructure l’économie réelle — contribuent
à considérer le travailleur salarié et son travail comme des biens «mineurs» et
à miner les fondements naturels de la société, en particulier la famille. En
réalité, l’être humain, fondamentalement transcendant par rapport aux autres
êtres et biens terrestres, a un primat réel qui le rend responsable de lui-même
et du créé. Concrètement, pour le christianisme, le travail est un bien
fondamental pour l’homme, en vue de sa personnalisation, de sa socialisation, de
la formation d’une famille, de sa contribution au bien commun et à la paix.
C’est précisément pour cela que l’objectif de l’accès au travail pour tous est
toujours prioritaire, même en période de récession économique (cf.
Caritas in
veritate, n. 32).
C’est d’une nouvelle évangélisation de la société que
pourront découler un nouvel humanisme et un engagement renouvelé dans un projet
culturel. Celle-ci aide à détrôner les idoles modernes, à remplacer
l’individualisme, le consumérisme matérialiste et la technocratie, par une
culture de la fraternité, de la gratuité et de l’amour solidaire. Jésus Christ a
résumé et a accompli les préceptes par un commandement nouveau: «Comme je vous
ai aimés, aimez-vous les uns les autres» (Jn 13, 34); là est le secret de toute
vie sociale pleinement humaine et pacifique, et du renouveau de la politique et
des institutions nationales et mondiales. Le bienheureux Pape
Jean XXIII a
défendu un engagement pour la construction d’une communauté mondiale, avec une
autorité compétente, à partir justement de l’amour, et précisément de l’amour
pour le bien commun de la famille humaine. Ainsi, nous lisons dans
Pacem in terris: «A bien y regarder, un rapport essentiel unit le bien commun avec la
structure et le fonctionnement des pouvoirs publics. L'ordre moral, qui postule
une autorité publique pour servir le bien commun dans la société civile, réclame
en même temps pour cette autorité les moyens nécessaires à sa tâche» (n. 136).
L’Eglise n’a certainement pas le devoir de suggérer, du point
de vue juridique et politique, la configuration concrète d’un tel système
international, mais elle offre à ceux qui en ont la responsabilité des pistes de
réflexion, des critères de jugement et des orientations pratiques qui peuvent en
garantir le cadre anthropologique et éthique autour de la notion de bien commun
(cf. Enc.
Caritas in veritate, n. 67). Dans la réflexion, quoi qu’il en
soit, il faut garder présent à l’esprit qu’il ne s’agit pas d’imaginer un
superpouvoir, concentré entre les mains de quelques-uns, qui domineraient sur
tous les peuples en exploitant les plus faibles, mais que cette autorité doit
être comprise, avant tout, comme une force morale, une faculté d’influencer
selon la raison (cf.
Pacem in terris, n. 27), c’est-à-dire comme une
autorité participative, limitée par le droit à son domaine de compétence.
Je remercie le
Conseil pontifical justice et paix qui, en
lien avec d’autres institutions pontificales, se propose d’approfondir les
orientations que j’ai proposées dans
Caritas in veritate, tant à travers
une réflexion sur une réforme du système financier et monétaire international,
qu’à travers l’assemblée plénière de ces jours-ci et le séminaire international
de l’année prochaine sur
Pacem in terris.
Que la Vierge Marie qui, avec foi et amour, a accueilli en
elle le Sauveur pour le donner au monde, nous guide dans l’annonce et le
témoignage de la doctrine sociale de l’Eglise, pour rendre la nouvelle
évangélisation plus efficace. C’est avec ce souhait que j’accorde avec plaisir à
chacun de vous ma Bénédiction apostolique.
Pape Benoît XVI
(http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2012/december/documents/hf_ben-xvi_spe_20121203_justpeace_fr.html)
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Tuesday, 5 March 2013
Temas actuais do cristianismo (114) - Amar o mundo apaixonadamente
"Tenho ensinado constantemente com palavras da Sagrada Escritura: o mundo
não é mau porque saiu das mãos de Deus, porque é uma criatura Sua,
porque Iavé olhou para ele e viu que era bom [Cfr. Gen. 1, 7 e
ss.]. Nós, os homens, é que o tornamos mau e feio, com os nossos pecados
e as nossas infidelidades. Não duvideis, meus filhos: qualquer forma de
evasão das honestas realidades diárias é, para vós, homens e mulheres
do mundo, coisa oposta à vontade de Deus.
Pelo contrário, deveis compreender agora - com uma nova clareza - que Deus vos chama a servi-Lo em e a partir
das ocupações civis, materiais, seculares da vida humana: Deus
espera-nos todos os dias no laboratório, no bloco operatório, no
quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no
lar e em todo o imenso panorama do trabalho. Ficai a saber: escondido
nas situações mais comuns há um quê de santo, de divino, que toca a cada um de vós descobrir.
Eu costumava dizer àqueles universitários e àqueles operários que vinham ter comigo por volta de 1930 que tinham que saber materializar
a vida espiritual. Queria afastá-los assim da tentação, tão frequente
então como agora, de viver uma vida dupla: a vida interior, a vida de
relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida
familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas.
Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla; se queremos ser
cristãos, não podemos ser esquizofrénicos. Há uma única vida, feita de
carne e espírito, e essa é que tem de ser - na alma e no corpo - santa e
cheia de Deus, deste Deus invisível que encontramos nas coisas mais
visíveis e materiais.
Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar Nosso Senhor na
nossa vida corrente ou nunca O encontraremos. Por isso posso dizer-vos
que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que
parecem mais vulgares o seu sentido nobre e original, colocá-las ao
serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a
ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo."
Monday, 4 March 2013
Spread around us the fruits of serenity and the effectiveness of Christian doctrine
"We Catholics have to go through life being apostles, with God's light
and God's salt. We should have no fear, and we should be quite natural;
but with so deep an interior life and such close union with Our Lord
that we may shine out, preserving ourselves from corruption and from
darkness, and spread around us the fruits of serenity and the
effectiveness of Christian doctrine. (The Forge, 969)"
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Opus Dei
Conversaciones (113) - Amar al mundo apasionadamente
"Celebramos la Sagrada Eucaristía, el sacrificio sacramental del Cuerpo y
de la Sangre del Señor, ese misterio de fe que anuda en sí todos los
misterios del Cristianismo. Celebramos, por tanto, la acción más sagrada
y trascendente que los hombres, por la gracia de Dios, podemos realizar
en esta vida: comulgar con el Cuerpo y la Sangre del Señor viene a ser,
en cierto sentido, como desligarnos de nuestras ataduras de tierra y de
tiempo, para estar ya con Dios en el Cielo, donde Cristo mismo enjugará
las lágrimas de nuestros ojos y donde no habrá muerte, ni llanto, ni
gritos de fatiga, porque el mundo viejo ya habrá terminado (Cfr. Apoc
21, 4).
Esta verdad tan consoladora y profunda, esta significación escatológica de la Eucaristía, como suelen denominarla los teólogos, podría, sin embargo, ser malentendida: lo ha sido siempre que se ha querido presentar la existencia cristiana como algo solamente espiritual espiritualista, quiero decir, propio de gentes puras, extraordinarias, que no se mezclan con las cosas despreciables de este mundo, o, a lo más, que las toleran como algo necesariamente yuxtapuesto al espíritu, mientras vivimos aquí.
Cuando se ven las cosas de este modo, el templo se convierte en el lugar por antonomasia de la vida cristiana; y ser cristiano es, entonces, ir al templo, participar en sagradas ceremonias, incrustarse en una sociología eclesiástica, en una especie de mundo segregado, que se presenta a sí mismo como la antesala del cielo, mientras el mundo común recorre su propio camino. La doctrina del Cristianismo, la vida de la gracia, pasarían, pues, como rozando el ajetreado avanzar de la historia humana, pero sin encontrarse con él.
En esta mañana de octubre, mientras nos disponemos a adentrarnos en el memorial de la Pascua del Señor, respondemos sencillamente que no a esa visión deformada del Cristianismo. Reflexionad por un momento en el marco de nuestra Eucaristía, de nuestra Acción de Gracias: nos encontramos en un templo singular; podría decirse que la nave es el campus universitario; el retablo, la Biblioteca de la Universidad; allá, la maquinaria que levanta nuevos edificios; y arriba, el cielo de Navarra…
¿No os confirma esta enumeración, de una forma plástica e inolvidable, que es la vida ordinaria el verdadero lugar de vuestra existencia cristiana? Hijos míos, allí donde están vuestros hermanos los hombres, allí donde están vuestras aspiraciones, vuestro trabajo, vuestros amores, allí está el sitio de vuestro encuentro cotidiano con Cristo. Es, en medio de las cosas más materiales de la tierra, donde debemos santificarnos, sirviendo a Dios y a todos los hombres."
Esta verdad tan consoladora y profunda, esta significación escatológica de la Eucaristía, como suelen denominarla los teólogos, podría, sin embargo, ser malentendida: lo ha sido siempre que se ha querido presentar la existencia cristiana como algo solamente espiritual espiritualista, quiero decir, propio de gentes puras, extraordinarias, que no se mezclan con las cosas despreciables de este mundo, o, a lo más, que las toleran como algo necesariamente yuxtapuesto al espíritu, mientras vivimos aquí.
Cuando se ven las cosas de este modo, el templo se convierte en el lugar por antonomasia de la vida cristiana; y ser cristiano es, entonces, ir al templo, participar en sagradas ceremonias, incrustarse en una sociología eclesiástica, en una especie de mundo segregado, que se presenta a sí mismo como la antesala del cielo, mientras el mundo común recorre su propio camino. La doctrina del Cristianismo, la vida de la gracia, pasarían, pues, como rozando el ajetreado avanzar de la historia humana, pero sin encontrarse con él.
En esta mañana de octubre, mientras nos disponemos a adentrarnos en el memorial de la Pascua del Señor, respondemos sencillamente que no a esa visión deformada del Cristianismo. Reflexionad por un momento en el marco de nuestra Eucaristía, de nuestra Acción de Gracias: nos encontramos en un templo singular; podría decirse que la nave es el campus universitario; el retablo, la Biblioteca de la Universidad; allá, la maquinaria que levanta nuevos edificios; y arriba, el cielo de Navarra…
¿No os confirma esta enumeración, de una forma plástica e inolvidable, que es la vida ordinaria el verdadero lugar de vuestra existencia cristiana? Hijos míos, allí donde están vuestros hermanos los hombres, allí donde están vuestras aspiraciones, vuestro trabajo, vuestros amores, allí está el sitio de vuestro encuentro cotidiano con Cristo. Es, en medio de las cosas más materiales de la tierra, donde debemos santificarnos, sirviendo a Dios y a todos los hombres."
Sunday, 3 March 2013
China Catholics' thank-you letter to pope
Praise for efforts to reconcile with Beijing
Alessandro Speciale, Vatican City
Vatican City
2013-03-01 11:55:17
Vatican City
2013-03-01 11:55:17
China flags were seen among the well wishers on the pope's farewell tour of St Peter's Square
A group of Chinese Catholic clergy and faithful have sent a
heartfelt letter to Pope Benedict XVI to thank him for his attempts to
improve ties between the Catholic Church and China.(http://www.ucanews.com/news/china-catholics-thank-you-letter-to-pope/67567)
TWITTER ARCHIVE FOR BXVI
@Pontifex
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 28, 2013
Thank you for your love and support. May you always experience
the joy that comes from putting Christ at the centre of your lives.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 27, 2013
If only everyone could experience the joy of being Christian, being loved by God who gave his Son for us!
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 24, 2013
In these momentous days, I ask you to pray for me and for the Church, trusting as always in divine Providence.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 17, 2013
Lent is a favourable time in which to rediscover faith in God as the foundation of our lives and of the Church’s life
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 13, 2013
During the season of Lent which begins today, we renew our
commitment to the path of conversion, making more room for God in our
lives.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 10, 2013
We must trust in the mighty power of God’s mercy. We are all sinners, but His grace transforms us and makes us new.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 6, 2013
Everything is a gift from God: it is only by recognizing this
crucial dependence on the Creator that we will find freedom and peace.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 3, 2013
Let us imitate the Virgin Mary in welcoming and guarding the
word of Jesus, in order to recognize him as Lord in our lives
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 2, 2013
Today I have a special thought for every religious: may they
always follow Christ faithfully in poverty, chastity and obedience.
Benedict XVI @Pontifex
Feb. 2, 2013
Today I have a special though for every religious: may they
always follow Christ faithfully in poverty, chastity and obedience.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 30, 2013
Every human being is loved by God the Father. No one need
feel forgotten, for every name is written in the Lord's loving Heart.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 27, 2013
What does Sunday, the day of the Lord, mean for us? It is a
day for rest and for family, but first of all a day for Him.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 25, 2013
I join all those marching for life from afar, and pray that
political leaders will protect the unborn and promote a culture of life.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 23, 2013
Many false idols are held up today. For Christians to be faithful, they can’t be afraid to go against the current.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 20, 2013
What does the Lord ask of us as we work for Christian unity?
To pray constantly, do justice, love goodness, and walk humbly with Him.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 16, 2013
If we have love for our neighbor, we will find the face of Christ in the poor, the weak, the sick and the suffering.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 13, 2013
What happens in Baptism? We become united forever with Jesus, to be born again to a new life.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 13, 2013
In this Year of Faith, may every Christian rediscover the
beauty of being reborn in the love of God and living as his true
children.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 9, 2013
Following Christ’s example, we have to learn to give ourselves completely. Anything else is not enough.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 7, 2013
May we defend the right of conscientious objection of
individuals and institutions, promoting freedom and respect for all.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 7, 2013
Nigerians have a special place in my heart, as so many have been victims of senseless violence in recent months.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 7, 2013
Please join me in praying for Syria, so that constructive dialogue will replace the horrendous violence.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 6, 2013
The Wise Men followed the star and reached Jesus, the great light that illuminates all of humanity.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 2, 2013
When we entrust ourselves to the Lord completely, everything
changes. We are children of a Father who loves us, and never leaves us.
Benedict XVI @Pontifex
Jan. 1, 2013
May Our Lord bless you and watch over you in the new year.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 24, 2012
The cribs that we built in our home gave me much pleasure. We added figures each year and used moss for decoration.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 24, 2012
What family Christmas tradition from your childhood do you still remember?
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 21, 2012
At the end of the year, we pray that the Church, despite her
shortcomings, may be increasingly recognizable as Christ's dwelling
place.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 21, 2012
We do not possess the truth, the truth possesses us. Christ, who is the truth, takes us by the hand.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 21, 2012
When you deny God, you deny human dignity. Whoever defends God is defending the human person.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 19, 2012
Mary is filled with joy on learning that she is to be the
mother of Jesus, God's Son made man. True joy comes from union with God.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 19, 2012
Everyone's life of faith has times of light, but also times of
darkness. If you want to walk in the light, let the word of God be your
guide.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
Offer everything you do to the Lord, ask his help in all the
circumstances of daily life and remember that he is always beside you.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
Any suggestions on how to be more prayerful when we are so busy with the demands of work, families and the world?
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
We can be certain that a believer is never alone. God is the
solid rock upon which we build our lives and his love is always
faithful.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
How can faith in Jesus be lived in a world without hope?
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
By speaking with Jesus in prayer, listening to what he tells you in the Gospel and looking for him in those in need.
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
How can we celebrate the Year of Faith better in our daily lives?
Benedict XVI @Pontifex
Dec. 12, 2012
Dear friends, I am pleased to get in touch with you through
Twitter. Thank you for your generous response. I bless all of you from
my heart.
(http://www.news.va/en/twitter_archive)
(http://www.news.va/en/twitter_archive)
Arquivo de tweets do Papa Bento XVI
— emmanuel (@emmanuel959180) March 2, 2013
The Way (490)
"An upright heart and good will. With these, and with your mind intent on
carrying out what God wants, you will see your dreams of Love come true
and your hunger for souls satisfied."
Saturday, 2 March 2013
Costruzione di una comunità mondiale, con una corrispondente autorità, proprio muovendo dall’amore, e precisamente dall’amore per il bene comune della famiglia umana
DISCORSO DEL SANTO PADRE
BENEDETTO XVI
AI PARTECIPANTI ALLA PLENARIA DEL
PONTIFICIO CONSIGLIO DELLA GIUSTIZIA E DELLA PACE
AI PARTECIPANTI ALLA PLENARIA DEL
PONTIFICIO CONSIGLIO DELLA GIUSTIZIA E DELLA PACE
Sala del Concistoro
Lunedì, 3 dicembre 2012
Lunedì, 3 dicembre 2012
Signori Cardinali,
venerati Fratelli nell’Episcopato e nel Sacerdozio,
cari fratelli e sorelle!
venerati Fratelli nell’Episcopato e nel Sacerdozio,
cari fratelli e sorelle!
Sono lieto di accogliervi in occasione della vostra Assemblea Plenaria. Saluto
il Cardinale Presidente, che ringrazio per le cortesi parole rivoltemi, come
pure Monsignor Segretario, gli Officiali del Dicastero e tutti voi, Membri e
Consultori, convenuti per questo importante momento di riflessione e di
programmazione. La vostra Assemblea si celebra nell’Anno della fede, dopo
il Sinodo dedicato alla nuova evangelizzazione, nonché
– come è stato detto – nel cinquantesimo
anniversario del Concilio Vaticano II e – tra pochi mesi – dell’Enciclica
Pacem in terris del beato Papa
Giovanni XXIII. Si tratta di un contesto che
già di per sé offre molteplici stimoli.
La Dottrina sociale, come ci ha insegnato il beato Papa
Giovanni Paolo II, è
parte integrante della missione evangelizzatrice della Chiesa (cfr Enc.
Centesimus annus, 54), e a maggior ragione essa va considerata importante
per la nuova evangelizzazione (cfr ibid., 5; Enc.
Caritas in veritate,
15). Accogliendo Gesù Cristo e il suo Vangelo, oltre che nella vita personale,
anche nei rapporti sociali, diventiamo portatori di una visione dell’uomo, della
sua dignità, della sua libertà e relazionalità, che è contrassegnata dalla
trascendenza, in senso sia orizzontale sia verticale. Dall’antropologia
integrale, che deriva dalla Rivelazione e dall’esercizio della ragione naturale,
dipendono la fondazione e il significato dei diritti e dei doveri umani, come ci
ha ricordato il beato
Giovanni XXIII proprio nella
Pacem in terris (cfr
n. 9). I diritti e i doveri, infatti, non hanno come unico ed esclusivo
fondamento la coscienza sociale dei popoli, ma dipendono primariamente dalla
legge morale naturale, inscritta da Dio nella coscienza di ogni persona, e
quindi in ultima istanza dalla verità sull’uomo e sulla società.
Sebbene la difesa dei diritti abbia fatto grandi progressi nel nostro tempo, la
cultura odierna, caratterizzata, tra l’altro, da un individualismo utilitarista
e un economicismo tecnocratico, tende a svalutare la persona. Questa viene
concepita come un essere «fluido», senza consistenza permanente. Nonostante sia
immerso in una rete infinita di relazioni e di comunicazioni, l’uomo di oggi
paradossalmente appare spesso un essere isolato, perché indifferente rispetto al
rapporto costitutivo del suo essere, che è la radice di tutti gli altri
rapporti, quello con Dio. L’uomo d’oggi è considerato in chiave prevalentemente
biologica o come «capitale umano», «risorsa», parte di un ingranaggio produttivo
e finanziario che lo sovrasta. Se, da una parte, si continua a proclamare la
dignità della persona, dall’altra, nuove ideologie - come quella edonistica ed
egoistica dei diritti sessuali e riproduttivi o quella di un capitalismo
finanziario sregolato che prevarica sulla politica e destruttura l’economia
reale - contribuiscono a considerare il lavoratore dipendente e il suo lavoro
come beni «minori» e a minare i fondamenti naturali della società, specialmente
la famiglia. In realtà, l’essere umano, costitutivamente trascendente rispetto
agli altri esseri e beni terreni, gode di un reale primato che lo pone come
responsabile di se stesso e del creato. Concretamente, per il Cristianesimo, il
lavoro è un bene fondamentale per l’uomo, in vista della sua personalizzazione,
della sua socializzazione, della formazione di una famiglia, dell’apporto al
bene comune e alla pace. Proprio per questo, l’obiettivo dell’accesso al lavoro
per tutti è sempre prioritario, anche nei periodi di recessione economica (cfr
Caritas in veritate, 32).
Da una nuova evangelizzazione del sociale possono derivare un nuovo umanesimo e
un rinnovato impegno culturale e progettuale. Essa aiuta a detronizzare gli
idoli moderni, a sostituire l’individualismo, il consumismo materialista e la
tecnocrazia, con la cultura della fraternità e della gratuità, dell’amore
solidale. Gesù Cristo ha riassunto e dato compimento ai precetti in un
comandamento nuovo: «Come io ho amato voi, così amatevi anche voi gli uni gli
altri» (Gv 13,34); qui sta il segreto di ogni vita sociale pienamente
umana e pacifica, nonché del rinnovamento della politica e delle istituzioni
nazionali e mondiali. Il beato Papa
Giovanni XXIII ha motivato l’impegno per la
costruzione di una comunità mondiale, con una corrispondente autorità, proprio
muovendo dall’amore, e precisamente dall’amore per il bene comune della famiglia
umana. Così leggiamo nella
Pacem in terris: «Esiste un rapporto
intrinseco fra i contenuti storici del bene comune da una parte e la
configurazione dei Poteri pubblici dall’altra. L’ordine morale, cioè, come esige
l’autorità pubblica nella convivenza per l’attuazione del bene comune, di
conseguenza esige pure che l’autorità a tale scopo sia efficiente» (n. 71).
La Chiesa non ha certo il compito di suggerire, dal punto di vista giuridico e
politico, la configurazione concreta di un tale ordinamento internazionale, ma
offre a chi ne ha la responsabilità quei principi di riflessione, criteri di
giudizio e orientamenti pratici che possano garantirne l’intelaiatura
antropologica ed etica attorno al bene comune (cfr Enc.
Caritas in veritate,
67). Nella riflessione, comunque, è da tenere presente che non si dovrebbe
immaginare un superpotere, concentrato nelle mani di pochi, che dominerebbe su
tutti i popoli, sfruttando i più deboli, ma che qualunque autorità deve essere
intesa, anzitutto, come forza morale, facoltà di influire secondo ragione (cfr
Pacem in terris, 27), ossia come autorità partecipata, limitata per
competenza e dal diritto.
Ringrazio il
Pontificio Consiglio della Giustizia e della Pace perché, assieme
ad altre istituzioni pontificie, si è prefissato di approfondire gli
orientamenti che ho offerto nella
Caritas in veritate. E
ciò, sia
mediante le riflessioni per una riforma del sistema finanziario e monetario
internazionale, sia mediante la Plenaria di questi giorni e il Seminario
internazionale sulla
Pacem in terris del prossimo anno.
La Vergine Maria, Colei che con fede ed amore ha accolto in sé il Salvatore per donarlo al mondo,
ci guidi nell’annuncio e nella testimonianza della Dottrina sociale della Chiesa,
per rendere più efficace la nuova evangelizzazione. Con questo auspicio, ben
volentieri imparto a ciascuno di voi la Benedizione Apostolica. Grazie.
Santo Padre Benedetto XVI
Tres Encíclicas que estremecieron al mundo
| Benedicto XVI, legó tres encíclicas a la humanidad | |||
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The art of believing, the art of praying
"The
art of believing, the art of praying" was the theme. I was reminded of
the fact that the medieval theologians translated the word "Logos" not
only as "Verbum", but also as "ars": "Verbum" and "ars" are
interchangeable. For the medieval theologians, it was only with the two
words together that the whole meaning of the word “Logos” appeared. The
"Logos" is not just a mathematical reason: the "Logos" has a heart, the
"Logos" is also love. The truth is beautiful and the true and beautiful
go together: beauty is the seal of truth.
And yet, starting from the Psalms and from our everyday experience, you have also strongly emphasized that the "very good" of the sixth day - expressed by the Creator - is permanently contradicted by the evil of this world, by suffering, by corruption. It’s almost as if wickedness wills permanently to spoil creation, to contradict God and make its truth and its beauty unrecognizable. In a world so marked even by evil, the "Logos," the eternal beauty and the eternal “art”, must appear as a “caput cruentatum.” The incarnate Son, the incarnate "Logos" is crowned with a crown of thorns and nevertheless is just that: in this suffering figure of the Son of God we begin to see the deepest beauty of our Creator and Redeemer; in the silence of the “dark night” we can, nevertheless, hear the Word. And believing is nothing other than, in the darkness of the world, touching the hand of God, and in this way, in silence, hearing the Word, seeing love."
And yet, starting from the Psalms and from our everyday experience, you have also strongly emphasized that the "very good" of the sixth day - expressed by the Creator - is permanently contradicted by the evil of this world, by suffering, by corruption. It’s almost as if wickedness wills permanently to spoil creation, to contradict God and make its truth and its beauty unrecognizable. In a world so marked even by evil, the "Logos," the eternal beauty and the eternal “art”, must appear as a “caput cruentatum.” The incarnate Son, the incarnate "Logos" is crowned with a crown of thorns and nevertheless is just that: in this suffering figure of the Son of God we begin to see the deepest beauty of our Creator and Redeemer; in the silence of the “dark night” we can, nevertheless, hear the Word. And believing is nothing other than, in the darkness of the world, touching the hand of God, and in this way, in silence, hearing the Word, seeing love."
Pope Benedict XVI
Cammino (182)
"Beviamo fino all'ultima goccia il calice del dolore durante la povera
vita presente. —Che importa soffrire dieci anni, venti, cinquanta..., se
poi viene il cielo per sempre, per sempre..., per sempre?
—E, soprattutto —meglio ancora della ragione accennata, propter retributionem—
che importa soffrire se si soffre per consolare, per far piacere a Dio
nostro Signore, con spirito di riparazione, uniti a Lui nella sua Croce,
in una parola: se si soffre per Amore?..."
Friday, 1 March 2013
A santidade não é um luxo
"a
santidade não é um luxo, não é um privilégio para poucos, uma meta impossível
para um homem normal; na realidade, ela é o destino comum de todos os homens
chamados a ser filhos de Deus, a vocação universal de todos os baptizados. A
santidade é oferecida a todos; naturalmente, nem todos os santos são iguais:
com efeito, como eu disse, constituem o espectro da luz divina. E não
necessariamente é um grande santo aquele que possui carismas extraordinários.
Efectivamente, existem numerosos deles cujos nomes só são conhecidos por Deus,
porque na terra levaram uma existência aparentemente normalíssima. E em geral
são queridos por Deus precisamente estes santos "normais". O seu exemplo
testemunha que, somente quando estamos em contacto com o Senhor é que nos
tornamos repletos da sua paz e da sua alegria, e que somos capazes de difundir
por toda a parte a serenidade, a esperança e o optimismo. Considerando
precisamente a variedade dos seus carismas, Bernanos, grande escritor francês
que se sentiu sempre fascinado pela ideia dos santos cita muitos deles nos seus
romances observa que "cada vida de santo é como um novo florescimento de
primavera". Que isto aconteça também connosco! Por isso, deixemo-nos atrair pela
fascinação sobrenatural da santidade!"
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